Tuesday, July 1, 2014

34-La Guerra del Gran Satan Otan



Olga de Kiev, 957 a.d. -














A Rainha Olga, simbolizando a alma, a história e a nação russa, continua atônita diante da audácia de um grupo de neo-nazis que se apoderou de sua antiga capital Kiev. Os soldados de Olga continuam batendo as hordas invasoras enviados pelo Grande Satan, mas o demônio Otan continua cada vez mais voraz e insaciável, sempre com novas hordas. Os soldados de Olga estão pensando seriamente em dar uma lição em Otan e suas hordas, antes que eles queiram invadir a Criméia, depois de se apossarem do território original russo, perseguir seu povo, dizimar a população, e assim por diante.



Amplie para ver as batalhas: traços azuis, atacantes; vermelhos, defesa da Novorossiya; linha verde, fronteira com a Russia
A partir do dia 25, vitórias "milagrosas" dos milicianos contra um numeroso exército invasor: algumas forças conseguiram chegar ao litoral; no norte estão empurrando de volta os assaltantes de Slavyansk. As milíciam precisam ainda reconquistar Mariupol e Slavyansk, onde a população civil foi massacrada.

06 a 18 de Agosto - Neo-nazis bombardeiam deliberadamente população civil com objetivo de provocar êxodo e massacre de refugiados - Comboio de ajuda russa criminosamente impedido - derrotas sucessivas dos invasores fazem soldados denunciarem seus próprios chefes - mães de soldados conscritos e desaparecidos desde junho fazem protesto nacional - regime de Poroshenko, com caixa zero, cada vez mais fôfo e poroso - seus amigos e rivais neo-nazis escondidos no bosque - ainda assim insistem em requisitar tropas da Otan
Relatório da caixa preta do boeing em suspense: reação européia pouco favorável ao regime neo-yuppie sugere que a versão inegável do atentado registrada nas gravações já é dada extra-oficialmente
rt.com/178248-churkin-ukraine-aid/
youtube.com/watch?v=drrqMcH2xMo
youtube.com/watch?v=ouiHd48RvJo
vineyardsaker.blogspot.com.br/2014/08/august-18th

Soldados ucranianos desistem de lutar contra Rainha Olga

O relato do controlador na torre em Kiev durante o atentado revela que o boeing estava sendo escoltado por dois caças, e que militares ucranianos chegaram na torre "já sabendo" que havia sido derrubado por forças ucranianas. Os militares da defesa nacional obedecem a um comando diferente dos mercenários neo-nazis do ministro do Interior, e com tudo isso os militares ucranianos de carreira estavam descontentes. Logo em seguida a torre foi tomada por "pessoal estrangeiro e autoridades de Kiev", que confiscaram as gravações da manhã. Este controlador de vôo fugiu no dia seguinte, com a família, da Ucrânia.
Fica claro que o atentado já estava planejado há muito, e foi aplicado num momento escolhido, quando o Pres. Vlad Putin retornava de seus acordos diplomáticos e financeiros internacionais, recebendo ciumento, e hostil, destaque na "mídia" ocidental.
O corredor aéreo estipulado pelo controle da Ucrânia já seria de início incongruente: ao passo que havia um veto injustificado em "sobrevoar a Criméia", o corredor ao sul do Donbass era indicado, com várias aeronaves cruzando por dia (mais três junto com o vôo MH17 naquela manhã). Como em outras regiões, isto seria justificado porque as aeronaves voam a 10 mil m, e os mísseis portáteis das milícias têm alcance máximo até 4 mil m. Entretanto, enquanto o exército da Ucrânia enviava para a região 4 baterias de mísseis "buk", capazes de atingir acima de 10 mil m, o corredor comercial foi mantido, o que sugere uma armadilha. O boeing recebeu solicitação de baixar 660 m, e se desviou/foi desviado para sua esquerda, entrando na área rebelde.
A inteligência ocidental se aproveitou da capacidade dos rebeldes em derrubar os aviões militares para lhes pôr a culpa, aparentemente gravando (e reeditando) uma comunicacão em que estes haviam derrubado um avião de transporte militar. A intenção original dos golpistas seria a de fazer o avião cair na Russia, para poder acusar a inteligência russa de ter "mexido nos dados da caixa-preta". Como caiu em região rebelde, o governo de Kiev continuou bombardeando a localidade, e reteve os observadores e técnicos por 3 dias, para depois dizer que "os rebeldes estão impedindo as investigações" e "destruindo as provas". As versões pré-fabricadas confirmam o planejamento do false-flag. Entretanto, desta vez, parece que o castelo de cartas se desmorona.

Hipótese mais provável é de boeing ter sido derrubado por caças, não míssel Buk
slavyangrad.org/video-report-deleted-by-bbc
globalresearch.ca/german-pilot-speaks-out



















obs - 29 de julho: E os depoimentos se multiplicam de que o gov em Kiev está, de fato, "dificultanto a chegada dos investigadores", inclusive com bombardeios... Entretanto, mantendo o hábito amestrado, o editorial d'O Globo no sábado (26), e todo o arraial corporativo, insiste em "rebeldes dificultam investigações".
Ao que tudo indica, a intenção dos golpistas era atribuir o míssel que derrubou o avião comercial aos russos (que estariam derrubando os Sukhoi dos atacantes ucranianos). Como o boeing caiu no Donbass, eles tiveram que adaptar suas acusações aos rebeldes, sobre "mexer nas gravações".
Alexandre Borodai, premier dos rebeldes de Donetsk, ficou 48 horas, com repórteres e observadores da OSCE como testemunhas, guardando o local do acidente para os inspetores de aviação internacional, que só vieram 3 dias depois. Finalmente Borodai, junto com as mesmas testemunhas e observadores, entregou as caixas com as gravações do boeing aos representantes da Malaysia Airlines e "técnicos britânicos".
Muitos dias se passam, e ninguém sabe se os "técnicos" da aviação e da inteligência ocidentais podem, por sua vez, "cozinhar" ou não os dados gravados...


obs - Julho 25: Notícias crescentes dão conta de derrotas e deserções em massa na campanha do exército ucraniano no Leste. Familiares de reservistas convocados se revoltam no Oeste. Enquanto as gravações da caixa preta podem ser divulgadas a qualquer momento [a menos de novo golpe de inteligência e propaganda], o governo Poroshenko-Yatseniuk-Avakov se desmorona, coberto de dívidas e suspeitas. Uma simples divulgação do laudo técnico da caixa-preta [?], incriminando os mercenários e agentes militares do Min. Interior Avakov no atentado, daria uma vitória final à Russia [??], sem que seus militares tivessem disparado muitos tiros...
A "renúncia" do Prim. Ministro Yatseniuk é provavelmente mais um truque de um inveterado golpista, para dar impressão de "crise de segurança nacional", e abafar as revelações sobre o atentado aéreo. Com a aliança governamental desfeita, Poroshenko poderá decretar "estado de exceção", e pedir auxílio a seus patrões ocidentais. É a última chance desesperada de atrair tropas da OTAN para entrar em confronto militar com os russos.




Vampiro Yatseniuk:
um cálice de sangue em cada discurso





Julho 29: Enquanto o arraial da mídia corporativa continua acusando o gov Putin e os rebeldes a cada nova reportagem pré-fabricada, o silêncio é completo, por vários dias, sobre o que se passa na Ucrânia, e com seu ministério parlamentar demissionário...! O Parlamento se recusou a votar Lei para mais empréstimos de milhões para a guerra, e para imposições fiscais do FMI. A "renúncia" de Yatseniuk apenas encobre a falência do gov Poroshenko. Os soldados morrendo numa batalha que não lhes pertence, a falta de gás, e aumento das taxas e impostos, derrubaram o Rei do Chocolate.
É iminente a tentativa de novo false-flag: Fontes do Leste da Ucrânia alertam seus vizinhos para plano de matança de civis em grande número em alguma pequena localidade da região, que seria atribuída aos rebeldes. Há notícias de grupamentos especiais militares da Polônia e Lituânia prontos para ingressar na cena, dando apoio ao novo golpe de Estado.
Entretanto, uma boa parte do Exército profissional parece não estar gostando de tantas ações conspirativas, e poderia encerrar a carreira dos yuppies-cruéis... E há notícias de um destacamento de motorizados russos muito extenso, pronto para entrar em ação a partir de Rostov (depois que o território russo foi bombardeado, com vítima, nove vezes).

A Princesa Russa Olga de Kiev recebeu no ano de 957, do Imperador de Constantinopla, em sua conversão ao cristianismo, uma Carta de Reconhecimento de seu Reino, no qual a maioria do povo era de vikings (ou Varangios) “pagãos”. O Rei Svyatoslav, filho de Olga, que dividiu com ela o reinado, foi um ativo chefe militar que expandiu as fronteiras de seu reino (campanhas em linha roxa no mapa).
O neto de Olga, Rei Vladimir, que também se converteu ao cristianismo, manteve a estabilidade do Reino Russo medieval. A capital desse Reino foi transferida para Moscou no séc. XIII. A Russia histórica incluía, desde os primórdios, a Bielo-Russia, Ucrânia, Georgia, Moldavia, Abkazia, etc. Estas deixaram de ser províncias para se tornarem repúblicas da URSS, razão pela qual se separaram nos anos de 1990 como repúblicas autônomas.
A História que os histéricos nazistas e a mídia ocidental desejam soterrar.

Julho 01 – Biscoito Fofo com Chocolate decidiu ser mesmo o pivot de mais uma guerra mundial!! Depois de uma falsa trégua tão fofa e porosa quanto as declarações dos lideres neo-yuppies-neo-liberais-neo-nazis em Kiev, o presidentinho, obedecendo a seus mentores na OTAN, decidiu aplicar o temível Plano-Bê!
actualidad.rt.com/ucrania-tregua-combates-victimas
vineyardsaker.blogspot.com.br/2014/07/ceasefire-over


Nesta manhã o mundo acorda (principalmente Europa) com o bombardeio sistemático da população civil em Slavyansk e Kramatorsk, tal como fizeram na Líbia. Dois hospitais, um deles incendiado, a catedral durante a missa, residências, trens, lojas, são atingidos por potentes canhões howitzers entre outras atrocidades, incluindo lançamento de fósforo branco, tal como praticado pelos sionistas em Gaza. Um prédio (ou mais) de sete andares desabou por completo com seus moradores dormindo durante esta madrugada [fuso de 6 horas para Rio de Janeiro]. É incalculável o número de vítimas dos bombardeios, sequestros e execuções sumárias.



















julho 02 - aviação destrói vilarejo Kondrashovka: somente civis


Assim como Woodrow Wilson, Herbert Hoover, Churchill, A. Hitler, Netanyahu, Shaaskaville, Costa e Silva, F. Collor, e tantos outros perfeitos fantoches

Foi obtido um memorandum atribuído à Rand Corporation com sugestões para que o governo ucraniano promova um estado de guerra completo no Leste, incluindo interromper todas as comunicações, encerrar os residentes em campos de concentração, e matar todos aqueles que resistirem a estas ações.
rt.com/rand-east-ukraine-plan/
rt.com/news/lugansk-ghost-town
actualidad.rt.com/ofensiva-ucrania-poblacion

O Ten.-General russo Vladimir Yuryevich Antjufeev é prof. da Academia de Ciência Militar, doutor em Ciência Politica e graduado em Direito. Seu ingresso no governo de Donetsk, como Vice-Primeiro Ministro, é de caráter voluntário e civil, não como enviado governamental ou militar, em termos formais. Tudo indica que seu encargo resulta de articulações que envolvem o Kremlin e vários outros setores responsáveis da sociedade russa, conforme esperado, atendendo finalmente aos desesperados apelos dos russos no Donbass.
Ao estabelecer “estruturas judiciais” em meio à guerra, ele poderá justificar o pedido formal de tropas internacionais para a proteção dos civis, neste momento sofrendo de bárbaras torturas nas mãos neo-nazis:
“Toda minha vida adulta e todo meu serviço foi devotado a combater o nacional-fascismo na Latvia, na Moldávia, assim como na Georgia, e agora na Ucrânia. Fui convidado pela liderança da República Popular de Donetsk para facilitar a criação de estruturas judiciais, devido (às hostilidades perpetradas) pelos nazi-fascistas da Ucrânia.”



Gen.Vladimir Antjufeev












Borodai, Strelkov e Vlad. Antjufeev, Donetsk julho 10
slavyangrad.wordpress.com/press-conference-july-10
slavyangrad.wordpress.com/part-ii-july-10
Com. Strelkov em Donetsk, julho 06
youtube.com/watch=V_T3wT-WGAo
Com. Strelkov em Donetsk, julho 08
slavyangrad.wordpress.com/interview-with-strelkov-july-8
Desde o começo das hostilidades, Slavyansk serviu como um escudo para Donetsk... Finalmente o dia chegou em que a situação evoluiu ao ponto em que entendemos que o círculo em torno da cidade havia se fechado, e que o plano tático do inimigo não é o de nos atacar, mas simplesmente o de arrasar a cidade, destruí-la com artilharia, e daí atropelar nossa infantaria com tanques.
É sem dúvida aparente que os residentes de Donetsk continuam a viver seus dias inteiramente pacíficos. Eles ainda têm dificuldade em entender, ou mesmo se recusam a crer que possa acontecer... Onde o inimigo, as unidades punitivas ucranianas, haverão de lançar uma descarga maciça de artilharia e conduzir ataques aéreos maciços contra áreas residenciais? Bem, nós também durante muito tempo não acreditávamos.
O inimigo escolheu a tática de não atuar contra nossas unidades armadas, as unidades de defesa da Militia, porém uma tática terrorista de destruição - a destruição da infra-estrutura, a destruição dos empreendimentos industriais. O propósito deles foi o de causar o máximo possível de destruição da infra-estrutura, fazendo assim com que as pessoas fiquem sem trabalho, sem habitações, sem as necessidades vitais.
Eu creio que aproximadamente de oito a dez mil homens seriam suficientes para finalmente deter de modo irrevogável o exército ucraniano.
















O Batalhão Azov das forças punitivas foi virtualmente eliminado, perdendo mais do que 70% de seu pessoal, e foi mandado de volta para “reposição de pessoal”.
slavyangrad.wordpress.com/militia-briefings-july-6
As perdas do Batalhão Azov podem ser explicadas pelo fato de que eles caíram diretamente sob o fogo de artilharia de D-30 howitzers. Este incidente demonstra perfeitamente a colossal importância dos morros estratégicos Saur-Mogila. Além do mais, foi o Batalhão Azov que promoveu o extermínio em massa da população masculina no vilarejo de Saurovka. Eles tiveram o que mereciam!


Os mais experientes analistas, incluindo-se o russo “Falcão”, se consideram perplexos, diante da hesitação, ou do “recuo” do governo russo. “Até Quando??!!”, perguntam eles - enquanto a mídia ocidental continua bombardeando nossos cidadãos com a idéia de que é o governo russo o causador de tudo... Na medida plenamente inversa o governo russo deveria estar impondo “zona de exclusão aérea” e “obrigação de proteger” – tal como usado pelos clichês de propaganda da OTAN para bombardear o Iraque, Líbia e Síria. Para a grande frustração de seus cidadãos, o governo russo está permitindo apenas a mobilização de voluntários, envio de armas anti-tanques e anti-aéreas, e ajuda humanitária aos refugiados civis.
O depoimento das duas mulheres, com três crianças, que conseguiram abrigo na Europa (depois de atravessarem a pé a fronteira, enfrentando soldados) não deixa dúvidas de que o plano dos neo-nazis desde o início era provocar a reação, e o extermínio, das populações russas no Donbass (o que é impossível, sendo 7 milhões). Ao proibir direitos comerciais com a Russia, derrubando um Presidente, e ao banir o “uso da língua russa”, igualmente delirante, os neo-nazis fizeram com que os residentes em Donetsk e Lugansk saíssem às ruas. As brigadas neo-nazis a partir daí passaram a perseguir e matar os russos do Leste da Ucrânia. Neste momento estão sequestrando meninas e rapazes nas ruas:
vineyardsaker.blogspot.com.br/situation-report-evacuees
No último dia que fomos às aulas meus amigos me disseram que Aellona tinha morrido. A mãe dela a havia mandado sair para encontrar pão. Tudo estava fechado. Ela estava voltando para casa, uma bomba caiu bem ao lado dela.
Nós caminhamos bastante tempo até que chegamos num rio. Meu irmãozinho não conseguia mais andar. Eu o levei no colo, e minha mãe também. A outra moça nos disse para continuarmos firmes, logo íamos chegar em lugar seguro. Ela carregava sua filha. Chegamos numa estrada e fomos caminhando por ela. Chegamos a um posto de guarda, eu vi que tinha a bandeira da Ucrânia.
Uns rapazes soldados nos pararam, todos tinham armas. Eu olhei do outro lado do rio e vi que tinham a bandeira da Russia. Um dos soldados pegou o passaporte da outra moça e começou a gritar com ela, xingando palavrões. Ela deu um chute nele, e ele caiu. Ela disse para nós corrermos, e todos nós corremos...
Os soldados do outro lado gritaram para virmos depressa, nos ajudaram a passar para o lado deles.
Algumas moças e meninas começaram a desaparecer. Nós escutamos uns gritos numa manhã – o som de um carro que sumia e a mulher que gritava. Saímos para ver. A mulher gritava que alguém tinha levado sua filha de 13 anos. Só um sapato dela tinha ficado na rua. Ela tinha saído para pegar água.
A situação no caldeirão em que transformaram Kramtorsk e Slavyansk está deteriorando a cada minuto. Os relatos de que gás de cloro começou a ser usado desde ontem foram confirmados. Os Nazis vão fazer com o gás o mesmo que fizeram com os bombardeios. Primeiro, apenas um tiro de morteiro, depois 5, depois 50 - enquanto o mundo continua a ignorar os alvos militares como sendo de civis. Mísseis. Primeiro um, depois 5, depois uma bateria.

O Kremlin dá impresão de estar sendo insensível com os anseios e o sofrimento dos russos no Donbass, depois de ter apoiado decididamente os russos da Criméia. O que o governo de Vlad do Kremlin está fazendo é certamente evitar, ou atrasar, o confronto total provocado pelos cães da OTAN. Presume-se que os prejuízos e fatalidades seriam [serão] ainda maiores.
Por um aspecto, o apoio da população aos separatistas no Donbass estaria entre 67 a 70%, enquanto na Criméia foi de 90%, além de ser o sítio de uma tradicional base naval. A nova liderança no Donbass//Novorossyia não desejou estabelecer uma cooperação política e diplomática direta com o Kremlin, preferindo se declarar “república autônoma”. Ou seja, não assumiu um compromisso de validade militar e estratégica (tal como o governo líbio de Khadafi, e Saddam Hussein). Na razão inversa estão a Síria e o Vietnã, onde os russos e chineses logo enviaram “conselheiros” com equipamento militar.
en.ria.ru/20140701/Moscow-to-Continue-Protecting-Rights-of-Compatriots-Abroad.html
O governo de Vlad Putin havia indicado aos autonomistas do Donbass que seria melhor um adiamento de seu referendum separatista, o que deve ter sido um razoável aviso estratégico de não provocar uma reação (premeditada) do inimigo, antes que os separatistas tivessem tempo de se organizar e de se proteger. Entretanto todo este contexto não é suficiente para justificar uma não-intervenção militar e governamental russa, o que é forçoso depois que os sentimentos de toda a nação foram aviltados com as notícias dos bombardeios e das atrocidades dos últimos 3 dias. Os canhões nazistas bombardeiam civis, e não as posições dos milicianos de defesa, que continuam a impor derrotas aos atacantes em situações desvantajosas. Milhares de refugiados buscam a fronteira russa. Fileiras de soldados ucranianos se passam, ou se rendem, às defesas civis, e fileiras de voluntários russos cruzam a fronteira para ingresssar na luta. É a sociedade russa, não o Kremlin, organizando a resistência de seus semelhantes. Ou seja, ao contrário do que reza a cretina mídia amestrada, são os russos “da Russia” que são “pró-russsos” do Donbass.
sp.ria.ru/international/20140701.html
actualidad.rt.com/hackear-correos-ucrania-motin-ejercito

O período da Guerra Fria, desde os anos 50, 60, (não 70), e 80, poderia ser considerado a III Guerra Mundial. O período que começa com o bombardeio da Servia, na segunda metade dos anos 90, e que inclui toda a propaganda com os atentados cinematográficos 11 de Set, e as subsequentes invasões do Iraque, Afeganistão, Líbia, Síria, seria, para os historiadores futuros, a IV Guerra Mundial, de caráter não mais “frio” – talvez “morno”.
Bombardeando o povo russo, conhecido por seu patriotismo, forte sentimentalismo nacionalista, tradição de resistência a invasores e imensos recursos [por comparação, o cachorrento Rasmussen bombardeou o indefeso povo líbio com uma armada naval], os chacais do cabal secreto internacional promovem o cenário fatal previsto por tantos analistas: o grande-satã pretende obter sua terceira guerra “quente” – a quinta guerra, na sucessão do campeonato mundial das guerras patrocinadas...?!!














Discurso de Vlad do Kremlin aos embaixadores em 01 de julho, em que ele muda o tom conciliador e começa a acusar o imperialismo ocidental, prometendo apoio moral, econômico e humanitário aos separatistas russos no Leste da Ucrânia:
rt.com/putin-ukraine-west-barracks

A alternativa para Putin é vir em defesa dos Ucranianos que estão sendo atacados. Putin poderia aceitar os pedidos das províncias rebeldes para se reunificarem à Russia, como fez com a Criméia – denunciar como criminoso de guerra o preposto de Washington Petro Poroshenko, emitindo um mandato de prisão contra ele – e enviar os militares russos para bater de frente com as forças enviadas por Kiev.
Putin já fez tudo que poderia fazer para evitar o conflito. Agora ele precisa fazer a coisa certa, como fez na Georgia e na Crimeia.
Craig Roberts foi Secretário Ass. do Tesouro dos EUA para Política Econômica no período Reagan. Acadêmico e ex- editor do Wall Street Journal, se tornou desde então crítico sistemático do imperialismo atlântico e das teorias econômicas capitalistas.
www.paulcraigroberts.org/washingtons-war-crimes-spread


Junho 30 – Trégua oferecida por Chocolate Fofo para assinatura de cooperação econômica européia como início de agressão intensificada contra população civil no Leste
rt.com/slavyansk-bloody-battle-ceasefire/
Ônibus com mães de soldados que queriam a volta de seus filhos alvejado por brigadas neo-nazis - cinegrafista do principal canal de tevê russa atingido – Opinião pública na Russia em alerta total
tv-novosti.ru/date/2014-06-30/

Julho 09 - Fuertes imágenes: Los ataques israelíes llenan las calles de Gaza de sangre y llanto
actualidad.rt.com/video-israel-ataque-gaza

Christof Lehmann: A luz verde para que as brigadas do “estado islâmico do iraque e síria-líbano (levante)” fossem usadas para se infiltrar no Iraque, ampliar o conflito na Síria para que se torne uma grande guerra do Oriente médio, e para comprometer a estabilidade do Iran, foi dada a portas fechadas no encontro do Conselho Atlântico na Turquia, em Novembro 2013, relatou uma fonte próxima ao bilionário Saudita-Libanês Saad Hariri, acrescentando que a Embaixada dos EUA em Ankara é o Centro das Operações.
nsnbc.me/embassy-in-ankara-headquarter-for-isis-war
Monstro Frankestein Saudita sustenta ataque de mercenários no norte do Iraque, e concentra tropas no sul
www.presstv.ir/overthrow-the-saudi-regime
www.presstv.ir/ saudiphile-cia-chief-behind-isil-rise




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