Wednesday, December 23, 2015

40 -- Teatro do Absurdo - 2

O ano de 515 d.-Cabral termina, sem que os habitantes do Mundo Ocidental (de modo especial, os cidadãos de Brasil, Argentina) consigam obter um mínimo de esclarecimento, ou vantagem política, sobre as campanhas de subordinação social e manipulação da opinião pública, por parte do misterioso Kabal Oligóico-Oligopólico-Financeiro.
Além das duas nações citadas, os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália, e todas as outras nações ocidentais, com exceções, não foram capazes de derrotar o Kabal internamente, de modo cívico ou revolucionário.

Crianças se reúnem aos protestos em defesa do regime no centro de Tripoli em 16 de julho de 2011... Eles não poderiam esperar que numa manhã de domingo em agosto os mercenários entrariam pelo litoral, avançando pela cidade com ajuda de helicópteros e bombardeio aéreo. A Nação Líbia, com o mais elevado grau de desenvolvimento social da região, foi destruída; seu povo valente dizimado.


No Ocidente, as diversas sociedades organizadas desfrutavam, ao final do séc. XIX, de um meio-projeto de civilização unificada, até que os projetos nacionalistas, republicanos, social-democratas, foram neutralizados pelas guerras que irromperam no séc. XX.
Como parte da propaganda bem sucedida do misterioso Kabal, a opinião pública no Ocidente continua acreditando que são “os países” que lutam entre si – seriam apenas “os interesses” de EUA; Russia; China, etc, no jogo da sobrevivência estratégica e extração de matérias primas – e que “os governos” seriam os atores que estariam dando prosseguimento aos supostos interesses das “elites” nos países... Nada mais trágico e mesquinho que esta visão, repetida pelas classes-médias-amestradas à exaustão, depois de escutar atentamente o locutor da mídia corporativa no jornal da noite.
Numerosos elementos, de ares soberbos, ex-esquerdistas, repetem o triste estribilho: “Não tem jeito mesmo, é puro jogo de intereses, oh!!”- Eles acreditam mesmo que Obama Barak, Merkel, os ministros Sport-Yuppies na Inglaterra, sejam os governantes que decidem as guerras. E assim foi na primeira guerra, em que o Presidente Wilson se elegeu nos EUA com plataforma anti-guerra, e em seguida atendeu ao pedido do Kabal, enviando os soldados ianques para a Europa. E Churchill, o contrário de um estadista, mudou de opinião tantas vezes quanto o necessário para se adaptar às circunstâncias. (Em comparação com estes fantoches-perfeitos, Nixon e Clinton a seu tempo, ou Hollande e Lula Inácio atualmente, são Meio-Presidentes, que controlam certos setores sub-divididos das burocracias Estatais...)
E não por acaso, em 1914 e em 1939, os propagandistas apresentaram as demandas unilaterais das nações como “as razões para a Guerra!”... É o próprio jogo do Kabal que se oculta e se exerce sob a propaganda da midia corporativa, orquestrada, amestrada.
Fica inteiramente evidente para os observadores atuais que o celebrado Daesh é uma tropa de sub-humanos, talvez mercenários clonados em série, enviados para o terror e para morrer: depois que eles dizimam as populações, tropas da Otan devem ser enviadas para “libertar os países invadidos pelo Daesh”. É vergonhoso como este blefe de puro cinismo é apresentado para justificar as invasões de Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, como parte dos “interesses ocidentais”, aos quais Russia, Iran e China estariam apenas contrapondo seus próprios “interesses nacionais”, disputa pelo petróleo, e assim por diante.
eng.syria.mil.ru/
telegraph.co.uk/saudi-arabia-destabilising-arab-world-german-intelligence-warns
actualidad.rt.com/rusia-actuara-dureza-aniquilar-amenaza
actualidad.rt.com/alemania-arabia-saudita-financiar-islamistas
actualidad.rt.com/saudita-eeuu-ei-cambio-occidente
actualidad.rt.com/paises-no-sabian-parte-coalicion-arabia

O governo da Turquia envia mercenáros para invadir a Síria na fronteira próxima ao Mediterrâneo, em seguida diz que está protegendo “turcomenos locais”; isto é, não é a Síria que invade a Turquia para reconquistar sua antiga província [e capital Selêucida] de Antioquía [atual Antakya]; a aviação dos EUA e aliados bombardeiam tropas da coligação Árabe-Síria na mesma região; o chefe do Califato da Turquia, macabro Conde Nagodre, envia mercenários e suporte militar para invadir o Iraque, espalhar o terror, e fazer o transporte de caravanas de caminhões de óleo cru e refinado roubado de Mosul, para serem vendidos no mercado internacional pela família Nagodre, no terminal de Iskenderun...
Passam-se anos, o governo Assad estava derrotando os invasores "islâmicos" em 2014, quando novas levas de covardes mercenários aparecem, vindos pela fronteira turca, promovidos pelos serviços secretos dos EUA, Israel, Arábia Saudita. A Russia e Iran esperam um ano inteiro para dar a resposta militar. Quando o bombardeio russo começa a limpar o formigueiro do Daesh, um sanguinário atentado é realizado em Paris, de modo que a mobilização dos “membros da Otan” agora se faz também necessária contra o Daesh, na Síria, no Iraque, sem permissão dada e entrando no espaço dos russos... Nagodre, à luz do dia, se transforma em seu oposto, o chefe de governo Erdogan, e envia tropas a Mosul, agora a pretexto de combater o Daesh, e diz apoiar milícias Kurdas, enquanto a maioria do povo Kurdo (e a milícia socialista local) combatem as tropas do governo turco.
O Senador-Mercenário Mác-Cáíinn se reúne com os Daesh na Líbia, dando um forte abraço e armas; em seguida, os governos da Arábia Saudita e Katar, com apoio dos EUA, dizem que querem enviar cerca de 100 mil soldados para invadir o Iraque em prol de combater o Daesh (ou todos os outros parecidos, de nomes diferentes) que foram por eles criados e financiados a peso dos petro-dólares.

















Donetsk, agosto de 2015: Bombardeios dos Nazistas Ucranianos dirigidos à população civil durante a suposta trégua


A previsão otimista do início de Outubro [página anterior] somente em parte se concretizou... A maioria dos militares da Otan realmente parecem continuar confortáveis em seus assentos, mas as notícias começam a chegar de uma forte oposição de setores do Pentágono à política da Casa Branca na Síria, Iraque e Afeganistão, o que explica as incongruências declaratórias do “governo” dos EUA, e as intermináveis ações furtivas.
Isso explicaria enfim, a razão para a permanente “moderação excessiva”, e lentidão nas respostas, dos governos da Russia e da Pérsia – sempre à espera de uma redentora revolução republicana nos EUA, já anunciada, e decantada em sofridos versos, desde 2002. E da mesma forma, em relação à França e Alemanha, pode-se perceber que os Russos preferem se entender com seus aliados diplomáticos naqueles países, do que dar motivos para o Kabal deslocar mais tropas. O Ministério das Rel. Exteriores da Alemanha, e algumas fontes do serviço de inteligência estatal, fizeram pesadas críticas públicas à política dos Sheiks da Arábia Saudita, sendo a seguir desautorizados pelo “governo” alemão.
Mesmo assim, é difícil se entender como a propalada cobertura dos mísseis S-300 e S-400 do cruzador junto ao litoral deixou passar ataques aéreos dos EUA a tropas árabe-sírias, e a movimentação dos caças turcos, que atacaram “à traição” o bombardeiro russo, e as incursões aéreas e de mísseis de Israel, matando um líder do Hezbollah nos subúrbios de Damasco - ! E ainda: qual é mesmo a sinistra participação do governo zionista de Israel neste conflito, ainda tolerada por Russos e Persas??
Mais uma vez, os chefes de inteligência do Kabal conseguem de novo mobilizar alguns militares desmiolados carreiristas e bandos de mercenários contratados com técnicas de mind-control, para reacender o noticiário de guerra e de falsos atentados-muçulmanos, feito pela mídia corporativa, o que enfim realmente justifica uma nova guerra, sempre insinuada como “guerra total/guerra final” no típico jargão paranóico e desolador do Kabal... Entretanto os Russos e seus aliados, incluindo aqueles nos setores das sociedades ocidentais, respondem com guerras limitadas, e com estratégias a longo prazo, esperando um milagre dos Céus...
Sem o milagre, algumas populações, que tinham vida estável, sofrem amargamente a perda de suas vidas e de seus habitats...

syrianfreepress.wordpress.com/
zerohedge.com/isis-oil-trade-full-frontal-raqqas-rockefellers-bilal-erdogan-krg-crude-and-israel



















Rogozine e Patriarca na Sessão especial da Junta do Min. Defesa da Russia em 11 de dezembro. Se o político nacionalista Rogozine fosse o Chefe de Governo, a história militar recente da Russia seria bem diferente, e os Ocidentais devem agradecer por isto. Enquanto no Ocidente, os governantes precisam mobilizar tropas que não têm justificativas para lutar, na Rússia ocorre situação inversa: as tropas desejam vingar os golpes fascistas, mas é o Kremlin que recomenda prudência. Rogozine é Vice-Primeiro Ministro.

As classes-médias-entediadas a tudo assistem com desprezo em suas poltronas, através do jornal corporativo: quem será o culpado de tudo?
As burguesias sinceras continuam tentando produzir e organizar a República, enquanto as burguesias-entreguistas ajudam o Kabal e a TV Globo a formatar a realidade para as classes-médias-insolentes, que acham que não têm “nada a ver com essa sujeira toda”, isso é coisa “dos políticos”; os trabalhadores que têm emprego continuam com as nove horas, e duas a quatro horas de transporte, diárias; e os que não têm emprego tentam sobreviver; o Sol às vezes está a 40 graus nos setores proletários do Rio de Janeiro...
Os culpados-de-tudo-a-nível-nacional só podem ser: a Kretina Mídia Amestrada, em associação com a Burguesia Entreguista, e as Classes Médias Displicentes... O discurso das classes-médias-auto-complacentes serve para pôr a culpa nos políticos, quase todos amestrados, enquanto as ações internacionais do Kabal em cada país permanecem não observadas. Porém as burguesias, as republicanas, e as entreguistas, sabem que a Estória é bem outra, sendo respectivamente pragmáticas, ou cínicas, com respeito ao Imperialismo.


John Perkins lança 2o livro:
youtube.com/watch?v=uQfHeFlXHKY
obs-- O depoimento de Perkins é atualmente decisivo para se compreender a política internacional... Entretanto, mesmo como ex-agente "chacal" das multinacionais, se apropriando da economia de diversos países "em desenvolvimento", Perkins não percebe aquilo que é patente para os analistas civis e dissidentes ianques: que os chefes políticos nos EUA e na direção das Corporações não tiveram o mérito inicial de organizar as ações imperialistas; porém somente enquanto tutelados pelas verdadeiras Elites Internacionais. Os EUA, a rigor, foi o primeiro país "invadido pelo imperialismo", o que deu sequência a todas as outras invasões...

no Video: Sessão Estendida da Junta do Min. da Defesa, em 11 de dezembro – veja o depoimento histórico nos semblantes dos generais russos – Esta solenidade formal é o retrato de como a sociedade russa se vê a si mesma... Ou seja: como ela se leva a sério, ainda que a modo dos pesados emblemas antigos; em contraste com as manifestações de frivolidade quando se apresentam as figuras militares no Ocidente.
eng.mil.ru/en/news_page/country/=12071638@egNews
eng.itogi2015.mil.ru/

Presidente da Russia conversa com 1.300 repórters por 3 horas – missão impossível para os mandatários-fantoches ocidentais
actualidad.rt.com/video/putin-turquia-siria-rueda-prensa
youtube.com/watch?v=AzQk-5g3-O8

zerohedge.com/2015-12-20/americas-ship-sinking
Veja aqui um típico militar de carreira dos EUA, ex-Assessor de Seg. Nacional, expressando com todas as letras seu desencanto patriótico com o “complexo militar-industrial”, que produz “guerras incessantes e ineficazes”, destruindo o orçamento nacional, com o Estado Ianque devendo 18 trilhões... Em contraste com muitos dissidentes do regime Skull&Bones nos EUA, o coronel Wilkerson não se expressa no jargão tradicional saudosista dos liberais... Seu discurso é “de esquerda” [ou será “pragmático”?] -- demonstrando que o imperialismo vai muito além das necessidades do capitalismo industrial e comercial, denunciando a plutocracia das 400 famílias, etc. Segundo Wilkerson, o capitalismo produtivo [=income] foi substituído pelo capitalismo “secundário”, isto é, rendimentos de capital, especulação... que lucra com as indústrias de guerra, etc.
Wilkerson se esforça para explicar que a corrupção no orçamento militar, e os milicos lobbystas das indústrias de guerra, não são uma questão judicial, onde se possa “punir os culpados”... É exatamente um “efeito estrutural”!
obs-- Para quem puder acompanhar no original a fala do coronel [clique p/legendas automáticas] até o fim, há muito mais ainda deste dissidente ianque, do partido Republicano, que denunciou toda a manobra do gov Bush na invasão do Iraque, assim como as torturas de prisioneiros em Guantânamo e Iraque – depois de ter servido na mesma operação, sob o comando de Collin Powel. Ao final o coronel concorda com a repórter Abby Martin em que a solução é “Revolução na América”.

E aqui a confirmação de que alguns setores do Pentágono trabalham contra a CIA e contra as ordens do Kabal dentro do gov Ianque na Casa Branca
actualidad.rt.com/brecha-poder-pentagono-inteligencia-assad-hersh
lrb.co.uk/seymour-m-hersh/military-to-military
zerohedge.com/seymour-hersh-bombshell-us-military-shared-intelligence-assad


ATENÇÃO FASCISTAS: Vejam como Vocês vão Terminar!!

















Nem o Chefe dos Banqueiros Soros, nem o FMI, nem a CIA, nem o vice-Zionista Joe Biden conseguiram evitar o fim do gov Poroshenko-Waltzman: o Primeiro-Ministro neo-Nazi Vampiro Yatseny-hulk foi acusado pelso colegas de ter roubado a verba do FMI. As claques neo-nazis de Yarosh voltam a incendiar a cidade, exigindo a deposição do Presidentinho. Vampiro é arrastado de modo desconfortável da tribuna no Parlamento. Shaaskavili, aquele super-demente que foi processado e expulso da Georgia, volta à cena como "governador de Odessa" [sem dúvida um "acerto" com a CIA, etc]. O Demente acusa o neo-Nazi Avakov, e Vampiro, de corrupção. Na sessão presidida pelo Presidentinho, o Demente baba a gravata mais uma vez, e é acusado pelo Presidentinho e Vampiro de estarem insultando a Ucrânia, uma província que não é um País.

1 comment:

Bilder said...

"Eles acreditam mesmo que Obama Barak, Merkel, os ministros Sport-Yuppies na Inglaterra, sejam os governantes que decidem as guerras. E assim foi na primeira guerra, em que o Presidente Wilson se elegeu nos EUA com plataforma anti-guerra, e em seguida atendeu ao pedido do Kabal, enviando os soldados ianques para a Europa. E Churchill, o contrário de um estadista, mudou de opinião tantas vezes quanto o necessário para se adaptar às circunstâncias. (Em comparação com estes fantoches-perfeitos, Nixon e Clinton a seu tempo, ou Hollande e Lula Inácio atualmente, são Meio-Presidentes, que controlam certos setores sub-divididos das burocracias Estatais...)
E não por acaso, em 1914 e em 1939, os propagandistas apresentaram as demandas unilaterais das nações como “as razões para a Guerra!”... É o próprio jogo do Kabal que se oculta e se exerce sob a propaganda da midia corporativa, orquestrada, amestrada."---Completamente certo meu caro.