Friday, September 13, 2013

31-BREAKING NEWS !!!


























O FED NÃO É UM BANCO FEDERAL –
É que dizem todos os comentaristas ianques!

divinecosmos.com/davids-blog/1023-financial-tyranny
Cem anos depois, a privatização da emissão do dólar em 1913 - com a instalação do Federal Reserve [FED] pelos banqueiros internacionais londrinos em Nova Iorque - continua sendo, e a cada novo dia, o principal destaque do noticiário...!
Podemos observar ao longo do século XX como o clube dos banqueiros Rothschild & Morgan & KuhnLoeb & Warburg & Rockefeller & ... conseguiram fazer dos EUA o primeiro país “invadido pelo imperialismo”: e tornando refém a sociedade ianque, uma vez que é sua produção que serve inicialmente de lastro econômico real para as emissões dos dólares.
O expediente de se ter barras de ouro para “dar lastro” a emissões que se tornam infinitas, estabelecido de modo displicente no acordo Bretton Woods 1945, foi o grande pretexto para se ter o dólar como moeda comercial internacional...
Depois tivemos a “desindexação” do dólar às barras de ouro em 1971, na “administração” Nixon, que serviu para o golpe final de se indexar o dólar a sua prerrogativa para a compra de petróleo – os “petrodólares” sauditas de 1973. O lastro para as emissões infinitas de dólares se torna agora o próprio petróleo – sua produção e oferta comercial pelos países árabes-associados. A sociedade ianque desta vez lucra bastante, com um padrão financeiro que lhe garante alta vantagem comercial; sendo novamente refém, agora como beneficiária, do valor da moeda dos banqueiros.
Como sócios da moeda dos banqueiros, na sombra se mantêm os cruéis Sheiks Wahabitas...
realjewnews.com/?p=880

E assim temos a outra permanente manchete do noticiário internacional:
Breaking Newss! Mais um país árabe não-associado acaba de ser invadido!!!

obs= Seria necessária uma revisão para a leitura de Petras de que o regime saudita teria apoiado os militares egípcios contra a Irmandade Muçulmana... O inverso pareceu mais evidente, com o apoio saudita à Irmandade havendo sido o começo de sua derrocada... Após isso, uma oferta de larga soma aos militares egípcios seria apenas mais uma típica tática desesperada do regime wahabita!


O RETORNO da JAMAHI-RIYA
Fevereiro de 2014
GOVERNO FANTOCHE da LÍBIA CONTINUA a RUIR
Assim como seus irmãos e irmãs no Egito, os Líbios estão livrando seu país do Governo Fantoche dos EUA instalado pela OTAN e pelos Extremistas Islâmicos, da Irmandade Muçulmana, Al Qaeda, Ansar Al Sharia, e de toda a perversidade introduzida em seus país pela OTAN.
O povo líbio está sofrendo há 3 anos agora, desde que a OTAN destruiu seu país, e os deixou sob o controle dos mercenários [fanáticos sanguinários criados pelos serviços de inteligência ocidentais].
Neste dia [07] 60 mil Líbios tomaram as ruas em Trípoli e em números substanciais por todo o país em outras cidades. Eles exigem a remoção do fantoche Primeiro Ministro Zeidan e do Congresso Geral Nacional devido a sua completa falência. Eles também exigem que todos os extremistas Islâmicos sejam removidos de seu país. Nas últimas duas semanas alguns dos membros do CGN têm apresentado suas renúncias e estão tentando correr com os rabos entre as pernas (eles sabem o quanto são criminais). O povo líbio está se recusando a participar da máquina de governo e de quaisquer orgãos públicos até a remoção completa do CGN.
resumenlatinoamericano.org/?p=2089


Guerra Secreta na Líbia
stopimperialism.com/
[libyanwarthetruth.com]
[libyas-young-women-suffer-gang-rapes-prison-and-request-permission-suicide]

Janeiro de 2014 - Depois da tentativa frustrada de ataque à Síria ao final de agosto [vide abaixo] o “governo” dos EUA “decidiu” mudar de opinião e dar respaldo a uma iniciativa russa de “banimento” das “armas químicas” da Síria, e “acordo nuclear” com o Iran... Com isso, ficou igualmente banida toda chance de propaganda belicosa a respeito:
Em que pese todo o encobrimento da mídia corporativa, o “governo dos EUA” foi obrigado a aceitar uma derrota moral, política, diplomática e estratégica diante do governo russo e seus aliados. E há muitos sinais de que os militares ianques, por sua vez, se cansaram de fazer o jogo de dominós do sistema illuminati, sendo a cada vez convocados para conter “fanáticos muçulmanos” criados pela CIA e sustentados pelo serviço secreto da Arábia Saudita.


Art by David Dees

O “governo dos EUA” agora está “apoiando” de maneira contraditória a iniciativa russa de uma conferência em Genebra entre o governo sírio e grupos de oposição, sem a participação dos mercenários estrangeiros sustentados pela Arábia Saudita.
Com isso, os membros de cúpula dos dois principais dominós “aliados”, sauditas e sionistas, estão desesperados e o “governo dos EUA” parece vago... Doze anos após o audacioso assalto illuminati do onze-de-setembro, é provável que setores militares e da sociedade ianque estejam finalmente se apossando da máquina do Estado de sua nação, de modo a neutralizar o jogo de dominós imperialistas que marcou o período de 1914 a 2013.
Nesta data de 19/jan, o embaixador dos EUA na Síria adverte que é melhor a oposição se conciliar com o governo sírio pois o Sheik dos Mercenários Bandar Bin Bush Sultan acaba de se exilar nos EUA:
globalresearch.ca/saudi-arabia-corrupt-and-fraudulent-regime-saudi-prince-defects


Al Mukawama: Fanáticos chechenos y daguestaníes del Norte del Cáucaso alucinados tras 20 años del poder de mafias, ignorantes y drogados tunecinos y libios que renuncian a su arabismo, africanos contratados a punta de dólar, talibanes afganos en el límite de la animalidad...

Rebeldes receberam as armas químicas de Bandar, príncipe-chefe da inteligência saudita, e dizem a repórteres na Síria que não sabiam o que eram ou como usá-las direito...
actualidad.rt.com/actualidad/104408-rebeldes-siria-confirmar-armas-quimicas
mintpressnews.com/witnesses-of-gas-attack-say-saudis-supplied-rebels/168135

Propaganda de ataque naval e armas químicas é puro malabarismo publicitário: mísseis Tomahawk da OTAN são muito lentos em comparação com os mísseis russos
E os míssseis russos são muito mais numerosos em terra e nos navios
Militares da OTAN sabem que não podem mais vencer a Russia num confronto direto: objetivo da cúpula Illuminati é manter indefinidamente a propaganda, as guerras de desgaste, e a divisão no mundo árabe

Mural Patriótico em Latakía


31 de agosto -- Ataque à Síria foi suspenso na madrugada do sábado -- O Chefe do Estado-Maior, General Martin Dempsey, com suporte de seus generais e almirantes do Estado-Maior, tomou posição diante da precariedade da paz no Oriente Médio e um apressado e destrambelhado Presidente Obama que estava pronto para lançar um ataque militar à Síria.
rt.com/usa/us-against-syria-strike-313
[veteranstoday.com/2013/09/american-generals-stand-between]

Marinha Russa
rt.com/news/navy-warship-syria-mediterranean-800
rt.com/news/russia-moskva-cruiser-mediterranean-720


A agressão terminou no momento em que os dois mísseis foram disparados -- O despacho emitido pelo Ministro da Defesa Russo, que registrava a detecção de dois mísseis balísticos lançados na direção [do litoral] do Oriente Médio [desde a base da OTAN na Espanha em Set. 03] tinha por finalidade negligenciar dois pontos: o primeiro era a origem de onde os dois foguetes foram lançados, e o segunda que foram abatidos...
No momento em que a operação militar já havia sido consumada, o Chefe do Serviço de Inteligência Russo contactou a inteligência estadunidense e informou que “atingir Damasco é o mesmo que atingir Moscou”, e nós removemos o termo “foram abatidos os dois mísseis” em nossso despacho para preservar as relações bilaterais e evitar um escalonamento.

[archive.almanar.com.lb/english/article=110043]



Hezbollah

Armas Químicas entregues aos rebeldes por diversas fontes para que cometessem atrocidades, que fossem atribuídas ao exército sírio
Ex-prisioneiro francês revela autores dos atentados em Ghouta
rt.com/op-edge/syria-chemical-attack-hostage-822
Crianças Alawitas sequestradas e mortas para as filmagens
voltairenet.org/article180130.html
voltairenet.org/article180128.html
voltairenet.org/article180132.html
Nadeem Baloosh, no manifesto de seu grupo insurgente Riyadh Al Abdeen, afirma que usará armas químicas contra mulheres e filhos dos inimigos
Freira Carmelita na Síria denuncia filmagens falsas, e outros atentados químicos de mercenários
rt.com/mother-chemical-attack-footage-fraud-509

Rebeldes processados na Turquia por uso de armas químicas
rt.com/news/turkey-syria-chemical-weapons-850



Exército Sírio













Setembro 12 - CIA reinicía envio de armas a mercenários
rt.com/usa/us-weapons-syrian-rebels-745/

Tuesday, May 7, 2013

30-Página do Imperialismo Zionista

Jafar M. Ramini, Historiador Palestino, vê o “Dia da Desgraça” como um fenômeno “de fabricação inglesa”, que começou a se produzir em 1840:
-- Naquela época nenhum estrangeiro tinha permissão para possuir terras na Palestina e o número de hebreus era de menos que 3.000.
Em 1897 quando a Palestina foi pela primeira vez apontada como a escolha preferencial para o estabelecimento de uma Pátria para os Judeus [...] Theodor Hertzl, o fundador do Zionismo, dirigiu-se ao Sultão Abdul Hamid II do Império Otomano, já então em seus últimos estágios, para saber se a Palestina poderia estar à venda:
“Faça o favor de avisar ao Dr. Hertzl para não fazer nenhum movimento a sério nessa questão. Eu não posso abrir mão de nenhum estreito pedaço da Palestina. Não é algo que eu possua como parte de meu patrimônio pessoal. A Palestina de fato pertence à Nação Muçulmana como um todo. Ver a Palestina ser arrancada do Território do Califato ... é algo que não vai acontecer”, disse o Sultão Abdul Hamid II.
O dia 02 de Novembro de 1917 é a data encravada em cada coração palestino, quando a famigerada Declaração Balfour, escrita na forma de uma carta, foi enviada ao Lorde Walter Rothschild. O governo inglês, em sua infinita sabedoria, aderiu de modo veemente a uma promessa de estabelecer um lar para os Judeus na Palestina, e totalmente ignorou a promessa feita de proteger os direitos da população Palestina nativa. Naquela época, a Palestina tinha 10% de descendentes hebreus e 90% de árabes palestinos muçulmanos e cristãos.
A Palestina foi colocada sob mandato britânico em 1922. Seu primeiro Alto Comissário foi [o primeiro dedicado sionista a se tornar Ministro no governo britânico] Sir Herbert Samuel. Durante o mandato de Samuel [...] o hebraico se tornou língua oficial, um sistema educacional judaico separado foi instituído, ministros judeus de energia, água e força elétrica foram estipulados e, mais cruel de tudo, foi estabelecido um exército judeu, com acesso a equipamento e treinamento britânicos.
A cidade de Tel Aviv [até então um bairro de Jaffa] recebeu status de autonomia... A imigração judaica para a Palestina estava crescendo a velocidade estonteante. Entretanto, ela atingiu seu máximo em 1933, quando mais que 175.000 Judeus emigraram para a Palestina. Tudo isto foi acontecendo enquanto aos Palestinos eram negados a sua liberdade e quaisquer direitos civis.
Em 1929 os Palestinos encurralados tiveram seu primeiro ato de desafio. Eles anunciaram um greve geral e esticaram bandeiras pretas. A resposta do governo Britânico a este protesto legítimo foi o de enforcar os três líderes da resistência – Hijazi, Zeir e Jamjoum.
Em 1947 a ONU decidiu mais uma repartição da Palestina e deu 56% [do território] aos Sionistas e 43% aos Palestinos. O plano foi rejeitado pelo lado árabe; e os Sionistas, enquanto pretendiam tê-lo aceitado, continuaram com sua campanha de terror, contra os Britânicos [até então seus protetores] e Palestinos, e com isso ainda se apresentando como vítimas.
www.presstv.ir/

Joseph Massad é professor de Política Árabe Moderna e História Intelectual na Columbia University, em New York. É autor de: The Persistence of the Palestinian Question
redecastorphoto.blogspot.com.br/israel-antissemita-e-colonialista



Bibibi 666: Se considera um homem feliz porque conseguiu detonar o gatilho da Guerra Mundial

foto retirada do site Real Jew News
Brother Nathanael Kapner: Sou um “Evangelista das Ruas” – Fui Educado como Judeu – Agora sou Cristão Ortodoxo
www.realjewnews.com
www.realjewnews.com/p=815

A terceira guerra deve ser fomentada ao se extrair vantagens das diferenças causadas pelos agentes dos “illuminati” entre os zionistas políticos e os líderes do mundo islâmico. Albert Pike, 1871
governo-washington.blogspot/23-jogos-de-guerra

Syria News: Marinha Síria destrói submarino de Israel
syrianews.cc/syrianews-exclusive-syrian-navy-destroys-israeli-submarine

Gordon Duff: Cogumelo do ataque Israelense indica um "mini-nuke" - Foi a resposta israelense ao afundamento de um de seus três submarinos
[veteranstoday/2013/04/israel-orchestrating-world-war]
G. Duff é veterano de guerra no Vietnã e tem bons motivos para ser anti-Zionista

Engdahl, May 07
rt.com/op-edge/israels-syria-madness-cold-calculation

Navios russos da frota do Pacífico entram no Mediterrâneo
rt.com/news/russian-pacific-fleet-mediterranean

Maio 25 - Nasrallah llama a defender Siria de los ataques imperialistas
resumenlatinoamericano.org/
resumenlatinoamericano.org/=Nasrallah
syrianews.cc

Thierry Meyssan, Junho 10
voltairenet.org/article178838 [espn]
voltairenet.org/article178820 [franc]
voltairenet.org/article178848 [ingl]

Al Manar Líbano
english.almanar.com.lb
spanish.almanar.com.lb


























O Perigo de Zionnn
governo-washington.blogspot/o-perigo-de-zionnn


Os depoimentos de Artur Koestler, de Brother Natanael, de Gilad Atzmon, de Shlomo Sand, são depoimentos de pessoas nascidas sob educação, cultura, laços familiares “judeus” – entretanto estes são autores, e ativistas, contra a idéia de um determinado “povo judeu” - como entidade unificada ao longo da História, que seria descendente direta do antiga Nação (ou Povo) dos Hebreus. Isto não seria o mesmo quando se considera apenas os costumes, cultura, religião, “judaicos” de fato, na história.
Entretanto, é o povo Sepharadim, os descendentes dos Hebreus no Mediterrâneo, que poderiam reivindicar esta herança, até pelo menos os últimos séculos da Idade Média, quando a Hispania dos mouros foi reconquistada por Católicos. Estes Sepharadim que, naturalmente, existiam até então como parte do mundo muçulmano...
A idéia de “povo judeu”, assim, seria tão arbitrária quanto a de “povo católico”, p. ex., depois do Renascimento. O que importa é saber se uma determinada religião é de fato o fator de unificação de uma nação, ou se é apenas costume, comportamento, etc. Como no caso da menção do Sultão Otomano à "Nação Muçulmana", referindo-se a seu império [que justamente a partir de 1922 deixou de ser unificado, sub-dividido em várias novas nações ainda muçulmanas; além da Pérsia e Afeganistão, que eram muçulmanas sem serem otomanas].
É porisso que estes ativistas insistem em desconstruir a "identidade dos judeus”, como argumento central de uma propaganda, e de uma ilusão, que devora seus próprios aderentes. Koestler, como se sabe, tenta demonstrar, como historiador polonês Ashkenazim, que todos os judeus Ashkenazim da Europa Oriental seriam descendentes de turcos Khazários que no séc. Oitavo d.C. haviam se convertido oficialmente, por sua monarquia, à religião dos Hebreus:
governo-washington.blogspot/2008/04/artur-koestler
É somente sendo pressuposta esta identidade teimosa, conforme afirma Shlomo Sand, que a idéia do Zionismo pôde prosperar, a partir da campanha de Hertzl, com seu congresso em 1897, para que os "judeus", como nação, pudessem reivindicar um pedaço de terra mítica na Palestina. (Theodore Hertzl que é tido como agente do Clã Rothschild, o qual de fato patrocinou a fundação do Estado de Israel, depois de promover a imigração desde 1876).
Koestler é bem claro quando sugere que os "judeus", com qualquer identidade, poderiam receber domicílios na Palestina, por uma decisão humanitária e de perfeito acordo e respeito à soberania das partes envolvidas. Jamais por justificativas de direito natural teológico. Nesse caso, um enclave pouco populoso, com perfeita continuidade civil, comercial, jurídica, com os vizinhos nativos. De modo algum uma população que chega já nos anos 20 tendo direito a exércitos e milícias, com crescimento exponencial a partir do início dos anos 30, antes da ascensão nazista, e depois, com a colaboração destes.

Shlomo Sand - A Invenção do Povo Judeu
youtube.com/watch=OLEXJ8rvHgA

Veja as dezenas de escritos de Gilad Atzmon
gilad.co.uk/writings
Exilado em Londres depois de ter servido no exército de Israel em 1982-83, Gilad se tornou um dos saxofonistas mais reconhecidos, intérprete e criador do jazz internacional contemporâneo. Como ativista anti-Zionista Gilad adverte que os judeus são condicionados a se colocar sempre na posição de gente mal-compreendida, perseguida, vítima de inimigos ao longo da história...

Palestinos Ficaram com Oito por Cento de Seu
Antigo Território

middleeastmonitor.com/



Este seria o desenho mais natural para uma Nação Árabe, como descendentes dos antigos Sírios [greco-fenícios], Semitas e Mesopotâmicos. Nesse caso, uma nação árabe do Norte, enquanto a Arábia Saudita e seus vizinhos seriam a nação árabe do Sul.
O fato de um povo, como língua e costumes, se manter unificado por um certo tempo, em função de um Estado mais ou menos estável, faz com que este Povo se torne uma Nação.
Uma vez que um povo, como mescla de tipos físicos, vive durante séculos numa mesma região, naturalmente um tipo físico padronizado se desenvolve como resultado da mescla. Assim, os conceitos de Etnia do século XIX não são sinônimos de "raça", mas também não deixam de verificar a padronização mencionda, tipológica.
É assim que o Imperialismo e sua Propaganda inverteram as proposições, onde os conceitos de povo [etnia] e nação [ou nações] árabes podem ser verificados, e os equivalentes para os conceitos de povo judeu, nação israelense, não podem -- de fato ou de direito histórico.
As religiões, como parte dos Costumes, podem ou não servir para unificar um povo, ou mesmo um Estado. No caso negativo, um Estado pode professar um estatuto religioso, sem que o povo siga os valores pressupostos de modo sincero, como é o caso em Israel e nas nações ocidentais. Ou quando é o Estado que não os seguem, como na Arábia Saudita, Katar, Bahrein.

Monday, December 3, 2012

29 - O que será mesmo o Governo em Washington





Tavistock Institute: Formação e Controle da Opinião Pública
educate-yourself.org/cn/tavistockarticles.shtml
educate-yourself.org/links.shtml

The Richard Sauder Briefing
youtube.com/watch?v=wpWA1FrTOoE

... Nós temos agencias que de fato têm programas concretos de controle mental tais como o MK-ultra da CIA ...
... o alimento que comemos está cheio de substâncias químicas que influenciam nosso sistema nervoso ...
... eles usam estes indivíduos bastante como fantoches, um sujeito como o presidente dos EUA, ou da França ...
... é possível à elite regente criar dinheiro digitalizado, com alguns golpes no teclado em seus maciços super-computadores, eles criam dinheiro literalmente do vento, a partir de nada, eles se viram para o outro lado e emprestam aquele dinheiro a juros...




















Oooh...! Vocês ainda acreditam que eu sou o mesmo... que eu sou o mesmo senador do partido democrata que teria vencido as eleições em 2008? Vocês não percebem que eu sou um cara diferente, que todo dia tenho que ensaiar o script do meu discurso... vocês não percebem que eu sou um ator, com todos os maneirismos pré-fabricados de um canastrão, como cópia dos gestos do Barackinha original...! Sim, eu sou um sósia, eu fiz plástica, eu sou um rapaz esforçado... Porém, vocês podem querer perguntar enfim: onde está o Obama Barack original??

Sarkozy
voltairenet.org/article157832
voltairenet.org/article157821

Evidências avassaladoras mostram a fraude eleitoral, abusos foram decisivos para o resultado final
wnd.com/2012/12/did-obama-steal-the-2012-election

















Dezembro 2012 - Notícias, confissões, contra-informações de caráter contraditório confirmam versão da superioridade russa em tecnologia militar global, dispensando o uso de porta-aviões, entre outros aspectos... A superioridade estratégica russa (desde os anos 90 pelo menos) seria a explicação para o excesso de cautela de sua parte: neste caso seria do interesse do sistema “illuminati” as provocações incessantes para a guerra total; ao passo em que para russos, chineses e iranianos a destrutividade de uma guerra total não seria necessária, na medida em que podem conter estrategicamente o adversário. Isso explica ainda a constante hesitação de militares ianques e israelenses ao longo dos anos em executar as “ordens de ataque”...

Engdahl discusses Putin's Geopolitical Chess
engdahl.oilgeopolitics.net/

































As regiões montanhosas do Sul do Líbano e de Golan são os aquíferos, dando origem entre outros ao Rio Jordão. Toda a região do Sul da Síria, Iraque, Jordania, até o Sinai e o porto para o Mar Vermelho/Índico é de desertos. No Mar Morto o Rio Jordão entra numa depressão geológica.
Os Sionistas ambicionaram todas estas terras, e obtiveram um mandato da ONU em 1947 para a criação do Estado de Israel. Com uma população inferior à dos Semitas Palestinos, os colonos judeus ganharam uma área maior que aquela destinada à população do Estado Palestino, que igualmente deveria ser criado, mas que nunca foi permitido se estabelecer de fato.
Neste mandato de 1947 uma parte das Montanhas junto ao Mar da Galiléia, as cidades de Haifa e Jaffa, e o porto do Sinai foram usurpados, sem que as populações locais fossem consultadas, estando sob mandatos franceses e britânicos do pós-guerra. Tel Aviv, um bairro dos colonos judeus sob consentimento, que era parte da próspera cidade de Jaffa, teve enorme expansão, e Jaffa virou um bairro de palestinos encurralados.
Com as guerras árabe-israelenses que se seguiram, Israel expandiu muito mais seu território, dividindo os Palestinos entre Gaza e Cisjordânia.


“Míssel Balístico” não explicado sobre Israel, Junho 2012
english.pravda.ru/science/mysteries/08-06-2012

obs- Este seria um “míssil balístico”, que também é chamado de “ufo”, e que é capaz de ficar girando estacionário, produzindo uma espiral, não sendo derrubado pela defesa aérea... O mesmo artefato esteve girando sobre o céu norueguês em 2011 (onde há uma base da Otan), e sobre a Armênia – a filmagem deste último foi apagada no Pravda...!



Dez 2012 - Manifestação em prol de um governo nacionalista, laico e socialista

Monday, February 28, 2011

23 - Jogos de Guerra - 1


USS Enterprise

A Terceira Guerra Mundial de Albert Pike
Jeff Rense entrevista David Icke, Fevereiro 2011
Rense.com
"A terceira guerra deve ser fomentada ao se extrair vantagens das diferenças causadas pelos agentes dos “illuminati” entre os zionistas políticos e os líderes do mundo islâmico."


Obs- A previsão para a primeira guerra seria a de que a derrubada da Monarquia na Russia seria o primeiro objetivo dos illuminati. A guerra seria desencadeada estimulando-se conflitos entre as monarquias inglesa e germânica, o que parece muito pouco provável como “antevisão”... De fato, a primeira guerra foi conseqüência de se jogar a Áustria contra a Russia, com o muito suspeito atentado (seita da “mão negra” sérvia) contra o Príncipe herdeiro austríaco, num estilo típico dos agentes illuminati.
A segunda guerra seria fomentada jogando-se os movimentos nazistas/fascistas contra os zionistas, para a destruição dos primeiros, os nacionalistas germânicos. Isto de fato foi possível com a derrubada da monarquia prussiana como conseqüência da primeira guerra, e o esfacelamento da nova república alemã (Weimar), o que aparentemente estava previsto para ser conseqüência da segunda guerra.
Quanto à terceira guerra, apesar de já profetizada e fomentada tantas vezes, por milagre ainda não ocorreu, e poderia, é claro, não ocorrer...

Não seria necessário descobrir se de fato este texto de 1871 foi uma previsão, profecia, indução, vidência, etc, sobre as três guerras mundiais do séc XX... É possível que tenha sido forjado para se adptar aos acontecimentos, mas nesse caso para sugerir que há uma tradição de elite secreta ocupada em condicionar os quadros históricos.
Não sendo contestada sua autenticidade, a carta atribuída a Pike indica, na mais simples hipótese, uma maior complexidade que o previsto para o desencadeamento potencial destes três eventos.
Pike foi um “ocultista” e maçônico, advogado, escritor e oficial do exército confederado, supostamente dotado de capacidades mentais especiais. Depois de perdoado por traição na guerra, foi honrado com uma estátua na capital Washington. Seu texto é apresentado como se fosse uma verdadeira antecipação do programa das sociedades secretas “illuminati” para o séc XX. Contudo, o uso das expressões “comunismo”, “zionismo” e “nazismo” sugerem ser um texto forjado, ou uma atualização de um texto original – tal como os Protocolos de Sion. Neste caso, Pike seria apenas um simples “vidente” das forças em ação, e não um “iniciado” ou mestre, que teria recebido a visão do futuro dos seres superiores “iluminados”, no sentido luciferiano, etc.


Lord Stirling, February 18
[europebusines.blogspot.com/2011/02]
Que ninguém se engane aqui, o que está acontecendo na África do Norte e no Oriente Médio foi organizado por forças que são hostís a estas nações e a seus povos.
Não é uma questão de se uma mudança em larga escala é necessária ou não...

Obs- Como aristocrata e liberal, e em nada conservador; como anti-comunista e anti-sionista, o Conde Escocês-Canadense Stirling, que vive nos EUA, tem sido uma fonte persistente de análises e crítica oportuna acerca das políticas secretas de guerra das elites financeiras. Em que pese alguns de seus hábitos de raciocínio infundados sobre as revoluções sociais e autores do séc. XIX, conforme adiante.

[São] as mesmas forças das finanças globais que financiaram a ascensão ao poder [em 1933] de Hitler (um neto bastardo de um Rothshild).
Obs- Há relatos de que a avó (materna) de Adolfo Hitler teria sido governanta ou criada na casa austríaca dos Rothshild – o que não torna provável, mas apenas possível esta versão.
Assim como Eustace Mullins e Anthony Sutton, e assim como o radialista Jeff Rense e toda a crítica anti-comunista do cidadão liberal nos EUA, Stirling também força a compreensão sobre as revoluções sociais, desde a francesa de 1789, incluindo-se as revoluções de 1848, a revolução russa de 1917, como se "causadas" pelas confrarias illuminati...
Em alguns exemplos sem dúvida, mas não em todos, esses autores têm sido capazes de evidenciar ações dos banqueiros illuminati que contribuíram para os desfechos políticos das revoluções mencionadas, não sendo com isso "causadores", etc.
Como sempre, os autores liberais são ingênuos quanto às formas políticas da sociedade, preferindo se manter na análise somente do Estado constituído e suas possíveis políticas.
Quanto à primeira guerra mundial, a ascensão do chanceler Adolfo, e a segunda guerra, não restam muitas dúvidas de terem sido resultados dirigidos pela política do Estado Feudal Monáquico dos Banqueiros.


“Em dezembro de 1932, parecia inevitável para muitos observadores no cenário na Alemanha que também Hitler estava prestes a sofrer seu deslizamento de tobogan para cair no esquecimento. Apesar do fato de que ele havia se saído bem nas eleições nacionais, ele havia gasto todo o dinheiro obtido com suas fontes habituais e agora se confrontava com pesadas dívidas.
Conforme Otto Lehman-Russbeldt, London, 1934 [1]: Hitler foi convidado a um encontro no Banco Schroeder em Berlim, em 4 de janeiro de 1933. A liderança dos industrialistas e banqueiros da Alemanha deu cobertura a Hitler em suas dificuldades financeiras e o permitiram dar conta do enorme débito no qual havia incorrido relativo à manutenção de sua guarda militar. Em troca, ele prometeu quebrar a força dos sindicatos.”
The Secrets of the Federal Reserve, Eustace Mullins, 1991, Bridger House P., Nevada, p. 75. Veja ao final comentários sobre este decisivo livro de 1952 de E. Mullins.


[Hitler], este monstro trouxe a segunda guerra mundial para o mundo, e causou direta ou indiretamente a morte de dezenas e dezenas de milhões no maior derramamento de sangue da história humana. Ele ainda ajudou a lançar o alicerce para o objetivo já de longa data perseguido [pelos Sionistas desde 1897] de um estado judeu no Oriente Médio por meio de seus maus-tratos ao povo judeu...
Há apenas alguns anos, nas revoluções "coloridas" da Europa Oriental, nós todos aclamamos a derrubada dos antigos oficiais comunistas corruptos. Mais adiante nós descobrimos que eles tinham sido substituídos por fantoches “neocon”; que as revoluções haviam sido organizadas por Soros, um agente central do esquema [??] Rothshild. As sociedades depois se desvencilharam de muitos daqueles postos no comando pelas Revoluções Coloridas. Na Georgia, o presidente que era demente causou uma guerra com a Russia por meio do massacre deliberado de civis russos desarmados em suas residências, tudo num esforço militar dirigido por generais israelitas e utilizando mais do que mil combatentes israelitas...

Obs- Ucrania, Georgia: revoluções de classes médias libertárias, organizadas via internet [como modo de "modernização ocidental"], semelhantes aos jovens caras-pintadas de 1992 promovidos pela rede globo para a derrubada de Collor (the secret mister Kodak Colour!) – o qual, evidentemente, havia sido promovido pela própria televisão globo 3 anos antes, atingindo como malabarista a Presidência


Tudo isto está sendo feito como parte de um direcionamento satânico para se obter um governo único mundial, a tão almejada NovaOrdemMundial. Utilizando-se do estratagema já tantas vezes provado da “ordem a partir do caos”, a dialética hegeliana... está uma vez mais sendo empregada por parte destas elites globais de banqueiros, pouco numerosos porém super-poderosos, para moldar o mundo a seu favor a despeito dos custos para a raça humana.
Obs- Em que pese o uso abusivo de Stirling e dos outros autores para com a "dialética hegeliana", o uso popular desta expressão quer significar a grande habilidade destas elites em "jogar pedras umas contra as outras" num tabuleiro... frequentemente, sem dúvida, oferecendo "soluções" para os problemas por eles mesmos fomentados, porém num tabuleiro geo-político de muitas "posições": portanto não num sentido evolutivo de sínteses (a Dialética Hegeliana) - mas no de pura capacidade de jogo plural e oportunista.

De fato vejam como Israel em breve estará obtendo vantagens dos eventos no Oriente Médio, e a crescente condenação daqueles países islâmicos que estiverem lutando contra a invasão, para que eles possam assim lançar sua guerra regional contra o Iran, a Síria, o Líbano, Gaza, a Palestina e qualquer outro que eles queiram destruir.
Que isto haverá de resultar na terceira guerra mundial está de acordo com os planos de longo prazo das famílias de banqueiros globais.



Esta série corrente de revoluções foi organizada em 2008:
Veja artigo de Anthony Wile em The Daily Bell, February 12:
O mais recente e mais estonteante estratagema global é chamado de AYM e a Wikipedia nos proporciona alguma informação acerca do grupo, com se segue:
“A AYM (Aliança para Movimentos de Juventude) começou com um simpósio em Dezembro de 2008 em Nova Iorque para identificar, criar reuniões de trabalho e engajar movimentos do sec XXI via internet pela primeira vez na história. O Dep. de Estado dos EUA (diplomacia) estabeleceu parcerias com Facebook, Howcast, MTV, Google, YouTube, AT&T, JetBlue, Gen-Next, Access 360 Media e Columbia Law School, para lançar uma rede global e fortalecer jovens que estejam se mobilizando contra a violência e a opressão."
Por causa da internet, é difícil [não] ser cínico acerca das revoluções tunisiana e egípcia. Seria uma esperança que eu teria a de que estas revoluções viessem a trazer mudanças reais. Porém não é isto que os controladores da revolução desejam. As operações da Anglosfera estão sendo executadas em duas fases. Em primeiro lugar vem a revolução. Em seguida vem o "desfecho", que deverá inevitavelmente se resolver em termos de democracias de modelo ocidental, incluindo-se bancos centrais manipuladores, corporativismo exemplar, intensivo, interminável, invasivo e, de modo geral, democracias regulatórias solapadoras da mente.
Alternativamente, as revoluções da anglosfera terminam por gerar repúblicas islâmicas – mas isto também é desejado. As Repúblicas Islâmicas entram em cena apropriadamente para se construir um inimigo islâmico de maior porte, o qual proporciona justificativa para se continuar as depredações autoritárias na sociedade dos países ocidentais.

thedailybell.com/elites-set-orwellian-war-against-china-and-islam




[1] Obs- O autor Lehman-Russbeldt, citado por E. Mullins acima, conclui afirmando que o recém-eleito chancelar alemão cumpriu a promessa de destruir o poder dos sindicatos logo a seguir, em maio de 33. Hitler havia iniciado sua carreira política com seus colegas de sindicato popular do Partido dos Trabalhadores Alemães. Logo traiu seus compromissos, se apossou do Partido para concorrer às eleições (anos 20), modificando a denominação para Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
O texto do livro de E. Mullins acima (p. 75) é precedido por um histórico em que o autor mostra as dinastias banqueiras, Rothshild, Morgan, Schroeder, Warburg, etc, interferindo na política interna dos EUA, a partir de Londres, ao longo de todo o séc XIX, até conseguirem privatizar o banco central (FED) em 1913. O Presidente Woodrow Wilson (1912--1916--1920), é facilmente manipulado por seu chefe-de-gabinete Coronel House; e o Presidente Herbert Hoover (1928-32), um membro dos negócios Rothschild que vivia em Londres, tem sua eleição comprada pelos banqueiros, com denúncias no Parlamento. Depois de terem obtido o controle das indústrias alemãs como consequência da primeira guerra, os banqueiros europeus, agora tendo como sócios seus pares de Wall Street, se preparam em 1932 para suas novas "adventures", segundo Mullins:
“...Nada mais do que um plano para desencadear a segunda guerra... Embora um número variado de magnatas tenha recebido crédito pelo financiamento de Hitler, incluindo-se Fritz Thyssen, Henry Ford, e J.P.Morgan, eles, assim como outros, propiciaram milhões de dólares para suas campanhas políticas durante os anos 20, assim como o fizeram para outros que também tinham uma chance de vencer, mas que no entanto desapareceram, para nunca mais serem lembrados.”
Daí, a sugestão de Mullins, de que Hitler iria "deslizar para o esquecimento", apesar de que seu NSDAPartei havia desafiado a hegemonia dos comunistas e social-democratas no Parlamento nas duas eleições de 1932. Não tendo programa ou objetivo coerente, Hitler e seu partido Nazi certamente seriam triturados pelo processo social na república de Weimar, que havia tornado impotentes outros partidos bem mais organizados. Nas eleições de março de 1933, o NSDAP obtém 288 cadeiras contra 120 dos social-democratas e 81 dos comunistas. (De modo equivalente ao candidato "colorido" brasileiro de 1989, no sentido de desarticular as reais representações políticas da sociedade).

Com isso, a reunião de Hitler com as lideranças capitalistas no banco Schroeder em janeiro de 33 poderia confirmar bastante o habitual modelo de uma classe burguesa empresarial "em guerra" constante com as classes trabalhadoras:
O modelo é mais complicado, uma vez que o esforço político de burgueses contra trabalhadores também está ocorrendo aqui. Entretanto:
Esta é uma parte da classe burguesa alemã, esta que foi co-optada pela ideologia, pelos fins políticos da classe feudal financeira;
A classe burguesa alemã havia sido liderada pela própria monarquia no séc XIX, era anti-usurária e nacionalista, poderia muito bem obter apoio com os trabalhadores urbanos se quizesse. Esta classe estava tão confusa com a república de Weimar, quanto estavam as outras classes, Junkers (propriet. feudais), liberais, sindicatos, nacionalistas.
A expressão política tradicional desta classe (ou setor dela) seria junto aos partidos de Centro, o Católico e o Social-Democrata, como foi depois; não seria através do partido nazista.
A confusão da sociedade nos anos da República de Weimar foi consequência de uma guerra que a sociedade alemã não entendeu, e não havia desejado.
Há evidências de que os banqueiros do estado-maior feudal descrito no memorável histórico de Eustace Mullins estavam interessados na confrontação da primeira guerra mundial, investindo no agravamento de conflitos menores reais; e obtendo de seu fantoche presidente Wilson (que havia prometido o contrário) o ingresso dos EUA na guerra, contra a opinião pública do país.
Os banqueiros, agora (1933) escolhem o "louco" chanceler Adolfo, para desarticular a República alemã: não é algo que realmente a burguesia o faria...[2]
Entretanto o estado maior feudal dos banqueiros é capaz de co-optar parte da burguesia, aquela que participa dos negócios sob controle feudal-financeiro, valendo-se do "louco" chanceler, para lançá-lo contra o "perigo comunista", "sindical", e outros terrores ideológicos das classes médias.
Exatamente como na América Latina dos anos 60, 80, e no mundo inteiro até este exato momento.

[2] obs- Liderados pelo "Chefe" do Banco de Londres, Montagu Norman, com a provável estratégia de se iniciar uma guerra contra a Russia Soviética... Em seguida, os EUA foram novamente convocados às pressas para derrotar a Alemanha...!

Monday, November 1, 2010

22-Arthur Koestler

A DÉCIMA-TERCEIRA TRIBO

O Império Khazar e sua Herança

Arthur Koestler, 1976

The Thirteenth Tribe













Este livro traça a história do antigo Império Khazar, uma potência de grande expressão mas já quase esquecida da Europa Oriental, que se converteu ao Judaísmo no ano de 740 ad. A Khazaria, uma coglomeração de tribos Caucasianas, foi ao seu final destruída pelas forças do Gengis Khan [1206 ad], mas as evidências indicam que os Khazarianos remanescentes emigraram para a Polônia e formaram os antepassados dos Judeus Ashkenazim.

Os domínios dos Khazarios [Khazares] se extendiam desde o Mar Negro até o Mar Cáspio, desde o Cáucaso até o Volga, e eles foram um instrumento para bloquear o assalto muçulmano contra Byzantium – o braço mais oriental do formidável movimento na forma de pinça que na parte ocidental varreu o norte da Africa e a Espanha.

Após este período os Khazarios se viram em uma posição precária entre as duas maiores potências mundiais: O Império Romano do Oriente em Byzantium, e os seguidores triunfantes de Mohammed. Conforme assinalado por Arthur Koestler, os Khazarianos eram a terceira potência da época, e eles escolheram um método surpreendente de resistir tanto à pressão do Ocidente para que se tornassem cristãos, quanto do Oriente para que adotassem o Islã: Rejeitando ambos, eles se converteram ao Judaísmo.

A segunda parte do livro de Mr. Koestler trata da migração dos Khazarianos para os territórios da Polônia e Lituânia, como consequência da invasão Mongol, e o impacto deles na composição racial e costumes sociais dos judeus modernos. Ele apresenta um corpo volumoso de pesquisas detalhadas e meticulosas em favor de uma teoria que soa tanto mais convincente devido ao cuidado com que é desenvolvida.


Mr. Koestler conclui:
“A evidência apresentada nos capítulos precedentes reforça o argumento a favor daqueles historiadores modernos – sejam Austríacos, Israelenses ou Poloneses – aqueles que, de forma independente, defenderam a tese de que a parte mais significativa dos judeus modernos não é de origem Palestina, mas sim Caucasiana. A corrente maior das migrações judaicas não percorreu a região do Mediterrâneo através da França e da Germania, até para o Leste, e daí retornando. A corrente se deslocou numa direção consistentemente para o Oeste, desde o Cáucaso através da Ukrania e até a Polônia e daí para a Europa Central. Quando aquele assentamento em massa sem precedentes na Polônia veio a ocorrer, não havia simplesmente um número suficiente de Judeus na Europa Ocidental para lhe dar explicação. Ao passo em que no Leste uma nação inteira se movia para novas fronteiras."

“Os Judeus de todos os tempos se incluem em duas divisões principais: Sepharadim e Ashkenazim. Os Sepharadim são descendentes daqueles Judeus que desde a antiguidade viviam na Espanha (Em hebráico Sepharad) até que foram desalojados a final do séc. XV e se estabeleceram nos países vizinhos ao Mediterrâneo, nos Balcãs, e em menor escala na Europa Ocidental. Eles falavam um dialeto hispânico-hebráico, o Ladino, e preservavam as suas tradições e ritos religiosos. Nos anos de 1960, o número de Sepharadim era estimado em 500.000. Os Ashkenazim, no mesmo período, se contavam na casa dos 11 milhões. Com isso, em termos da concepção comum, um Judeu é praticamente sinônimo de Judeu Ashkenazim.”


Nas próprias palavras de Mr. Koestler, “A história do Império Khazar, tal como lentamente surge do passado, começa a se parecer como a mais cruel falsificação que a história jamais concebeu.”

Mr. Koestler era um Judeu Ashkenazim e sentia orgulho por sua ancestralidade Khazar. Era também um escritor de muito talento e bem sucedido que publicou mais que 25 romances e ensaios. Seu livro mais conhecido, Darkness at Noon, foi traduzido em 33 idiomas.

Como se poderia esperar, A Décima-Terceira Tribo causou bastante repercussão quando publicado em 1976, uma vez que demolia antigos dogmas raciais e étnicos... Desde então não tem sido reeditado.


* * *

Edição Brasileira: OS KHAZARES, Relume Dumará, 2005, RJ
Arthur Koestler é autor ainda de um importante ensaio sobre os primeiros físicos e astrônomos do Renascimento [Os Sonâmbulos, Copérnico, Galileu, Kepler].

Obs – É importante observar que o historiador Koestler defende, sem prejuízo de sua tese, a implantação do estado de Israel. Ver Apêndice 4. Considerando que “o problema da infusão khazariana de mil anos atrás, embora fascinante, é irrelevante para a moderna Israel.” Considerando “o direito à existência do Estado de Israel ... não baseado nas origens hipotéticas do povo Judeu, ou numa consagração mitológica de Abrãao junto a Deus” – porém “baseado na lei internacional, i.é, na decisão da ONU de 1947 de fazer a partição da Palestina, que já fôra uma província turca, então um território sob mandato Britânico, em dois estados, um Judeu e outro Árabe”. E acrescentando o historiador que: “como questão de fato histórica determinada, a partição da Palestina foi o resultado de um século de emigração judia pacífica e esforço pioneiro, o que provê a justificativa ética para a existência legal do Estado”...

Levando-se em conta todas estas considerações, é justamente o último item ético aquele que não se cumpre, com o massacre de 1948, as milícias Stern, Irgun e Haganah, os massacres de Chatila e Sabra de 1983, o atentado a Itzhak Rabin, etc. Ou seja, a ocupação do estado de Israel em nada foi pacífica, ou de convívio desenvolvimentista. E os “pacíficos emigrantes” começaram achegar em 1877 a convite e com o financiamento do então Barão de Rothshild, e não da ONU... Este banqueiro “barão” (título nobre adquirido) que coincidentemente financiara o investimento britânico no Canal de Suez em 1875.


Ilan Pappe 2024:
operamundi/historiador-ilan-pappe-e-interrogado-pelo-fbi
The Ethnic Cleasing of Palestine
Ilan Pappe


De acordo com: Ilan Pappe, The Ethnic Cleansing of Palestine:

 -- Porém este esquema não estava de acordo com os planos Zionistas. Para poder rejeitá-lo David Bem Gurion – eventualmente Primeiro Ministro, mas sendo o lider de-facto – concebeu o primeiro estágio da limpeza étnica da Palestina. Pappe diz que a operação foi denominada Plano D. O processo que veio a seguir é o que o Povo palestino chama de Nakba, ou catástrofe de 1948. Ben Gurion e seu grupo central assumiram dois grupos terroristas israelitas, Stern e Irgun, assim como a jovem força de segurança denominada Haganah, e começaram a fazer a expulsão dos Palestinos em suas terras. Durante os anos de 1947/48 estas forças sistematicamente mataram muitos Palestinos homens e expeliram os moradores em mais de 500 povoados, e muitos de cidades palestinas tradicionais, exceto em Jerusalem. Eles forçaram mais do que 800.000 Palestinos ao exílio na Jordânia – que na época incluía a Cisjordânia [antiga Galiléia] – e para os paises vizinhos. 



ZIONISTS STOLE THE LAND OF PALESTINE


ZIONISTS HAVE LONG MAINTAINED the myth that Palestine was uninhabited before their arrival. However, the British Foreign Secretary, Lord Curzon, writing on October 26, 1917, refutes this myth:
— “There are over a half a million Arabs in Palestine. They own the soil which belongs either to individual landowners or to village communities. They will not be content either to be expropriated for Jewish immigrants or to act merely as hewers of wood and drawers of water to the latter.”
There were only 19 small Jewish settlements in Palestine by 1900, all of them established by Edmond de Rothschild. Some of the settlements were in the Jaffa citrus grove area whose owners were mostly Arabs.
Jaffa was the most advanced city in Palestine with its banking, fishing, manufacturing, and agriculture industries. It should be noted that the majority of all Arabic publications and newspapers in Palestine were published in Jaffa. Thus the Zionists targeted Jaffa in order to destroy the Palestinian “propaganda” arm.
On May 23 1948, the so-called Israeli War Of Independence broke out. Only ten days after the outbreak, the majority of Jaffa’s Arab population, numbering at least 50,000, were ethnically cleansed. Haifa’s Arab population, numbering at least 35,000, suffered the same fate.
NOT ONLY WERE ALL THE BUSINESS OF JAFFA TAKEN OVER BY THE ZIONISTS, BUT 2/3 OF THE CITRUS GROVES AS WELL
— These included the groves owned by the renowned Palestinian, Hajj Khalil al-Bann. Today, ironically, citrus fruits constitute two-thirds of all Israeli exports.
There was also desecration of Christian churches in Jaffa. Father Deleque, a Catholic priest, reported:
— “On May 13 1948, Jewish soldiers broke down the doors of my church and robbed many precious and sacred objects. Then they threw the statues of Christ down into a nearby garden.”

Monday, June 14, 2010

21-O Perigo de Zionnn...







cartaz:
International Jewish Anti-Zionist Network
www.ijan.org
Palestina Brasil
palestinos.blogspot.com
Marinha Israelense Ataca Pescadores Palestinos
em Gaza
youtube.com/watch?v=4RbtKW1hhQw
Rense.com on the Flotilla Massacre
rense.com/datapages/flotilla.htm
Dave Lindorff, Counter Punch, June 16
counterpunch/2010/06/16/eyewitness-to-the-israeli-assault-on-the-mavi-marmara
Gordon Duff: America’s War Racketeers, the Real Terrorists
O termo "to racketeer" tem a significação de chantagem e extorsão, por meio de ameaça, intimidação, sequestro. Um general ianque ficou famoso por sua expressão: "War is a Racket", a guerra é um jogo de extorsão, [catraca, engrenagem de aperto, etc]:
[veteranstodayarchives/2010/09/06/americas-war-racketeers-the-real-terrorists]
Gordon Duff: the American Israel Public Affairs Comittee Ordered Attack on Iran
[veteranstodayarchives/2010/12/05/gordon-duff-aipac-ordered-bush-to-attack-iran]















Gordon Duff é veterano militar (Fuzileiros Navais, Vietnam), com extensa experiência profissional e humanitária, editor do site de oposição:
www.veteranstoday.com

Joe Vialls, veterano militar inglês, anti-sionista, falecido na Australia em 2005. Foi o mais influente comentarista militar no Rense.com logo após os atentados de 9-11, explicando a tese do controle remoto à distância e dando respaldo às entrevistas do ex-Ministro da Defesa alemão Von Buelow, e do Coronel Donn de Grand-Pré:
Home Run - Eletronically Hijacking
rense.com/general19/formergerman.htm
911-strike.com/remote.htm

Donn de Grand Pré
O Inimigo Está no Lado de Dentro dos Portões

by Colonel Donn de Grand-Pré -- US Army / Retired
Rense.com – October 2001
... This writer has been a general aviation pilot since 1946. 1 have flown a variety of single engine prop aircraft since...
A dedicated group of experienced civilian and military pilots, including combat fighter pilots and commercial airline captains, just finished a marathon 72 hours of non-stop briefings and debate over the current crisis evolving from the use of commercial aircraft as cruise missiles against the World Trade Center and the Pentagon on 11 September.
The so-called terrorist attack was in fact a superbly executed military operation against the United States, requiring the utmost professional military skill in command, communications and control. It was flawless in timing, in the choice of selected aircraft to be used as guided missiles, and in the coordinated delivery of those missiles to their pre-selected targets.
As a tactical military exercise against two significant targets (world financial center and the citadel of world strategic military planning), the attack, from a psychological impact on the American public, equaled the Japanese "surprise" attack on Pearl Harbor, on Dec 07, 1941.
The over-riding question is: If we are at war, who is the enemy?
The group determined that the enemy is within the gates
, that he has infiltrated into the highest policy-making positions at the Federal level, and has absolute control, not only of the purse strings, but of the troop build-up and deployment of our military forces, including active, reserve and National Guard units.

uk.politics.economics.narkive.com/kaminski-no-hijackers-for-9-11-says-donn-de-grand-pre-former-pentagon-arms-seller



O ataque deliberado de Israel ao USS Liberty, com aviões e torpedos, matou 34 marinheiros e feriu outros 174 da Marinha dos EUA


Todo Apoio aos Jovens Shministim!!
guardian.co.uk/commentisfree/2008/dec/16

Haneen Zuabi, Representante Palestina no Parlamento de Israel











Os Antigos Hebreus Não São os Ashkenazim
Judeus de Consciência: Nos Recusamos a Servir na Máquina de Terror de Israel
Crimes de Israel não Representam o Povo Judeu
Protesto em frente à Casa Branca durante visita de Ariel Sharon
youtube.com/watch?v=8ptMq2qXdNs
Junho 01 -- Judeus Anti-Sionistas Fazem Protesto em Manhattan e Jerusalem
torahjews.org/
Sionistas Não Representam Judeus
obs- Os Sepharadim Mediterrâneos são descendentes da Antiga Israel (Reino de Salomão, fundado por David). A grande maioria de judeus Ashkenazim do Leste da Europa, mundo eslavo, Turquia, Russia, etc, são descendentes dos antigos caucasianos Khazarios, que se converteram ao Judaísmo religioso por razões políticas no séc Oitavo

Sionismo Promove Anti-Semitismo
O Apoio Nazista ao Sionismo
torahjews.org/
Porque os Judeus Hortodoxos Se Opõem a um Estado Sionista
O Sionismo redefine a natureza essencialmente verdadeira do Povo de Israel, e a substitui por algo de caráter completamente contraditório e oposto - uma nação materialista e secular... Sua salvação está no domínio de um Estado, de um exército, etc.
O assim chamado "Estado de Israel" é DIAMETRALMENTE OPOSTO e completamente contraditório com a verdadeira essência e fundação do Povo de Israel.

nkusa.org/

Judeus através dos séculos sempre estiveram em excelentes termos com seus vizinhos árabes.
Os séculos da antiguidade durante os quais os Judeus Sepharadim viveram em comunidades prósperas em todas as partes do mundo árabe, foram uma época de ouro entre nossos povos. Quem foi que fez com que esta época dourada se encerrasse? Somente o Sionismo político.
Na verdade, mesmo em nossos dias há países árabes e muçulmanos que ainda possuem comunidades judaicas que vivem pacificamente em seu meio. E mesmo os Palestinos, de ambos os maiores partidos, já declararam que não vêem problemas nos judeus vivendo entre eles; eles apenas se opõem ao Sionismo político.

nkusa.org/
La Contienda Inevitable, 24 Junio
[Veja também 16 de Junho] Fidel Castro Ruz, antigo combatente "anti-imperialista", conhece bem os truques de contra-inteligência e false flag, seguidos de propaganda, utilizados para justificar ataques traiçoeiros como "defesa do Ocidente", etc... Enquanto no Ocidente as mentes estão voltadas para a copa futebolística, os governos Israel e EUA estão concentrando tropas na fronteira do Azerbaijão, para a invasão da Persia.
Como analista, Fidel e muitos leitores latino-americanos de formação sociológica marxista continuam entendendo o "esquema" do imperialismo como sendo da "nação" EUA, aliados de Israel pelos interesses "capitalistas", etc - não percebendo a definição da elite internacional do capitalismo financeiro e seus jogos de poder, manipulando as diversas nacionalidades, Estados e governos no Ocidente.

www.cubadebate.cu/reflexiones-fidel