Wednesday, December 23, 2015

40 -- Teatro do Absurdo - 2

O ano de 515 d.-Cabral termina, sem que os habitantes do Mundo Ocidental (de modo especial, os cidadãos de Brasil, Argentina) consigam obter um mínimo de esclarecimento, ou vantagem política, sobre as campanhas de subordinação social e manipulação da opinião pública, por parte do misterioso Kabal Oligóico-Oligopólico-Financeiro.
Além das duas nações citadas, os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália, e todas as outras nações ocidentais, com exceções, não foram capazes de derrotar o Kabal internamente, de modo cívico ou revolucionário.

Crianças se reúnem aos protestos em defesa do regime no centro de Tripoli em 16 de julho de 2011... Eles não poderiam esperar que numa manhã de domingo em agosto os mercenários entrariam pelo litoral, avançando pela cidade com ajuda de helicópteros e bombardeio aéreo. A Nação Líbia, com o mais elevado grau de desenvolvimento social da região, foi destruída; seu povo valente dizimado.


No Ocidente, as diversas sociedades organizadas desfrutavam, ao final do séc. XIX, de um meio-projeto de civilização unificada, até que os projetos nacionalistas, republicanos, social-democratas, foram neutralizados pelas guerras que irromperam no séc. XX.
Como parte da propaganda bem sucedida do misterioso Kabal, a opinião pública no Ocidente continua acreditando que são “os países” que lutam entre si – seriam apenas “os intereses” de EUA; Russia; China, etc, no jogo da sobrevivência estratégica e extração de matérias primas – e que “os governos” seriam os atores que estariam dando prosseguimento aos supostos interesses das “elites” nos países... Nada mais trágico e mesquinho que esta visão, repetida pelas classes-médias-amestradas à exaustão, depois de escutar atentamente o locutor da mídia corporativa no jornal da noite.
Numerosos elementos, de ares soberbos, ex-esquerdistas, repetem o triste estribilho: “Não tem jeito mesmo, é puro jogo de intereses, oh!!”- Eles acreditam mesmo que Obama Barak, Merkel, os ministros Sport-Yuppies na Inglaterra, sejam os governantes que decidem as guerras. E assim foi na primeira guerra, em que o Presidente Wilson se elegeu nos EUA com plataforma anti-guerra, e em seguida atendeu o pedido do Kabal, enviando os soldados ianques para a Europa. E Churchill, o contrário de um estadista, mudou de opinião tantas vezes quanto o necessário para se adaptar às circunstâncias. (Em comparação com estes fantoches-perfeitos, Nixon e Clinton a seu tempo, ou Hollande e Lula Inácio atualmente, são Meio-Presidentes, que controlam certos setores sub-divididos das burocracias Estatais...)
E não por acaso, em 1914 e em 1939, os propagandistas apresentaram as demandas unilaterais da nações como “as razões para a Guerra!”... É o próprio jogo do Kabal que se oculta e se exerce sob a propaganda da midia corporativa, orquestrada, amestrada.
Fica inteiramente evidente para os observadores atuais que o celebrado Daesh é uma tropa de sub-humanos, talvez mercenários clonados em série, enviados para o terror e para morrer: depois que eles dizimam as populações, tropas da Otan devem ser enviadas para “libertar os países invadidos pelo Daesh”. É vergonhoso como este blefe de puro cinismo é apresentado para justificar as invasões de Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, como parte dos “interesses ocidentais”, aos quais Russia, Iran e China estariam apenas contrapondo seus próprios “interesses nacionais”, disputa pelo petróleo, e assim por diante.
eng.syria.mil.ru/
telegraph.co.uk/saudi-arabia-destabilising-arab-world-german-intelligence-warns
actualidad.rt.com/rusia-actuara-dureza-aniquilar-amenaza
actualidad.rt.com/alemania-arabia-saudita-financiar-islamistas
actualidad.rt.com/saudita-eeuu-ei-cambio-occidente
actualidad.rt.com/paises-no-sabian-parte-coalicion-arabia

O governo da Turquia envia mercenáros para invadir a Síria na fronteira próxima ao Mediterrâneo, em seguida diz que está protegendo “turcomenos locais”; isto é, não é a Síria que invade a Turquia para reconquistar sua antiga província [e capital Selêucida] de Antioquía [atual Antakya]; a aviação dos EUA e aliados bombardeiam tropas da coligação Árabe-Síria na mesma região; o chefe do Califato da Turquia, macabro Conde Nagodre, envia mercenários e suporte militar para invadir o Iraque, espalhar o terror, e fazer o transporte de caravanas de caminhões de óleo cru e refinado roubado de Mosul, para serem vendidos no mercado internacional pela família Nagodre, no terminal de Iskenderun...
Passam-se anos, o governo Assad estava derrotando os invasores "islâmicos" em 2014, quando novas levas de covardes mercenários aparecem, vindos pela fronteira turca, promovidos pelos serviços secretos dos EUA, Israel, Arábia Saudita. A Russia e Iran esperam um ano inteiro para dar a resposta militar. Quando o bombardeio russo começa a limpar o formigueiro do Daesh, um sanguinário atentado é realizado em Paris, de modo que a mobilização dos “membros da Otan” agora se faz também necessária contra o Daesh, na Síria, no Iraque, sem permissão dada e entrando no espaço dos russos... Nagodre, à luz do dia, se transforma em seu oposto, o chefe de governo Erdogan, e envia tropas a Mosul, agora a pretexto de combater o Daesh, e diz apoiar milícias Kurdas, enquanto a maioria do povo Kurdo (e a milícia socialista local) combatem as tropas do governo turco.
O Senador-Mercenário Mác-Cáíinn se reúne com os Daesh na Líbia, dando um forte abraço e armas; em seguida, os governos da Arábia Saudita e Katar, com apoio dos EUA, dizem que querem enviar cerca de 100 mil soldados para invadir o Iraque em prol de combater o Daesh (ou todos os outros parecidos, de nomes diferentes) que foram por eles criados e financiados a peso dos petro-dólares.

















Donetsk, agosto de 2015: Bombardeios dos Nazistas Ucranianos dirigidos à população civil durante a suposta trégua


A previsão otimista do início de Outubro [página anterior] somente em parte se concretizou... A maioria dos militares da Otan realmente parecem continuar confortáveis em seus assentos, mas as notícias começam a chegar de uma forte oposição de setores do Pentágono à política da Casa Branca na Síria, Iraque e Afeganistão, o que explica as incongruências declaratórias do “governo” dos EUA, e as intermináveis ações furtivas.
Isso explicaria enfim, a razão para a permanente “moderação excessiva”, e lentidão nas respostas, dos governos da Russia e da Pérsia – sempre à espera de uma redentora revolução republicana nos EUA, já anunciada, e decantada em sofridos versos, desde 2002. E da mesma forma, em relação à França e Alemanha, pode-se perceber que os Russos preferem se entender com seus aliados diplomáticos naqueles países, do que dar motivos para o Kabal deslocar mais tropas. O Ministério das Rel. Exteriores da Alemanha, e algumas fontes do serviço de inteligência estatal, fizeram pesadas críticas públicas à política dos Sheiks da Arábia Saudita, sendo a seguir desautorizados pelo “governo” alemão.
Mesmo assim, é difícil se entender como a propalada cobertura dos mísseis S-300 e S-400 do cruzador junto ao litoral deixou passar ataques aéreos dos EUA a tropas árabe-sírias, e a movimentação dos caças turcos, que atacaram “à traição” o bombardeiro russo, e as incursões aéreas e de mísseis de Israel, matando um líder do Hezbollah nos subúrbios de Damasco - ! E ainda: qual é mesmo a sinistra participação do governo zionista de Israel neste conflito, ainda tolerada por Russos e Persas??
Mais uma vez, os chefes de inteligência do Kabal conseguem de novo mobilizar alguns militares desmiolados carreiristas e bandos de mercenários contratados com técnicas de mind-control, para reacender o noticiário de guerra e de falsos atentados-muçulmanos, feito pela mídia corporativa, o que enfim realmente justifica uma nova guerra, sempre insinuada como “guerra total/guerra final” no típico jargão paranóico e desolador do Kabal... Entretanto os Russos e seus aliados, incluindo aqueles nos setores das sociedades ocidentais, respondem com guerras limitadas, e com estratégias a longo prazo, esperando um milagre dos Céus...
Sem o milagre, algumas populações, que tinham vida estável, sofrem amargamente a perda de suas vidas e de seus habitats...

syrianfreepress.wordpress.com/
zerohedge.com/isis-oil-trade-full-frontal-raqqas-rockefellers-bilal-erdogan-krg-crude-and-israel



















Rogozine e Patriarca na Sessão especial da Junta do Min. Defesa da Russia em 11 de dezembro. Se o político nacionalista Rogozine fosse o Chefe de Governo, a história militar recente da Russia seria bem diferente, e os Ocidentais devem agradecer por isto. Enquanto no Ocidente, os governantes precisam mobilizar tropas que não têm justificativas para lutar, na Rússia ocorre situação inversa: as tropas desejam vingar os golpes fascistas, mas é o Kremlin que recomenda prudência. Rogozine é Vice-Primeiro Ministro.

As classes-médias-entediadas a tudo assistem com desprezo em suas poltronas, através do jornal corporativo: quem será o culpado de tudo?
As burguesias sinceras continuam tentando produzir e organizar a República, enquanto as burguesias-entreguistas ajudam o Kabal e a TV Globo a formatar a realidade para as classes-médias-insolentes, que acham que não têm “nada a ver com essa sujeira toda”, isso é coisa “dos políticos”; os trabalhadores que têm emprego continuam com as nove horas, e duas a quatro horas de transporte, diárias; e os que não têm emprego tentam sobreviver; o Sol às vezes está a 40 graus nos setores proletários do Rio de Janeiro...
Os culpados-de-tudo-a-nível-nacional só podem ser: a Kretina Mídia Amestrada, em associação com a Burguesia Entreguista, e as Classes Médias Displicentes... O discurso das classes-médias-auto-complacentes serve para pôr a culpa nos políticos, quase todos amestrados, enquanto as ações internacionais do Kabal em cada país permanecem não observadas. Porém as burguesias, as republicanas, e as entreguistas, sabem que a Estória é bem outra, sendo respectivamente pragmáticas, ou cínicas, com respeito ao Imperialismo.


John Perkins lança 2o livro:
youtube.com/watch?v=uQfHeFlXHKY
obs-- O depoimento de Perkins é atualmente decisivo para se compreender a política internacional... Entretanto, mesmo como ex-agente "chacal" das multinacionais, se apropriando da economia de diversos países "em desenvolvimento", Perkins não percebe aquilo que é patente para os analistas civis e dissidentes ianques: que os chefes políticos nos EUA e na direção das Corporações não tiveram o mérito inicial de organizar as ações imperialistas; porém somente enquanto tutelados pelas verdadeiras Elites Internacionais. Os EUA, a rigor, foi o primeiro país "invadido pelo imperialismo", o que deu sequência a todas as outras invasões...

no Video: Sessão Estendida da Junta do Min. da Defesa, em 11 de dezembro – veja o depoimento histórico nos semblantes dos generais russos – Esta solenidade formal é o retrato de como a sociedade russa se vê a si mesma... Ou seja: como ela se leva a sério, ainda que a modo dos pesados emblemas antigos; em contraste com as manifestações de frivolidade quando se apresentam as figuras militares no Ocidente.
eng.mil.ru/en/news_page/country/=12071638@egNews
eng.itogi2015.mil.ru/

Presidente da Russia conversa com 1.300 repórters por 3 horas – missão impossível para os mandatários-fantoches ocidentais
actualidad.rt.com/video/putin-turquia-siria-rueda-prensa
youtube.com/watch?v=AzQk-5g3-O8

zerohedge.com/2015-12-20/americas-ship-sinking
Veja aqui um típico militar de carreira dos EUA, ex-Assessor de Seg. Nacional, expressando com todas as letras seu desencanto patriótico com o “complexo militar-industrial”, que produz “guerras incessantes e ineficazes”, destruindo o orçamento nacional, com o Estado Ianque devendo 18 trilhões... Em contraste com muitos dissidentes do regime Skull&Bones nos EUA, o coronel Wilkerson não se expressa no jargão tradicional saudosista dos liberais... Seu discurso é “de esquerda” [ou será “pragmático”?] -- demonstrando que o imperialismo vai muito além das necessidades do capitalismo industrial e comercial, denunciando a plutocracia das 400 famílias, etc. Segundo Wilkerson, o capitalismo produtivo [=income] foi substituído pelo capitalismo “secundário”, isto é, rendimentos de capital, especulação... que lucra com as indústrias de guerra, etc.
Wilkerson se esforça para explicar que a corrupção no orçamento militar, e os milicos lobbystas das indústrias de guerra, não são uma questão judicial, onde se possa “punir os culpados”... É exatamente um “efeito estrutural”!
obs-- Para quem puder acompanhar no original a fala do coronel [clique p/legendas automáticas] até o fim, há muito mais ainda deste dissidente ianque, do partido Republicano, que denunciou toda a manobra do gov Bush na invasão do Iraque, assim como as torturas de prisioneiros em Guantânamo e Iraque – depois de ter servido na mesma operação, sob o comando de Collin Powel. Ao final o coronel concorda com a repórter Abby Martin em que a solução é “Revolução na América”.

E aqui a confirmação de que alguns setores do Pentágono trabalham contra a CIA e contra as ordens do Kabal dentro do gov Ianque na Casa Branca
actualidad.rt.com/brecha-poder-pentagono-inteligencia-assad-hersh
lrb.co.uk/seymour-m-hersh/military-to-military
zerohedge.com/seymour-hersh-bombshell-us-military-shared-intelligence-assad


ATENÇÃO FASCISTAS: Vejam como Vocês vão Terminar!!

















Nem o Chefe dos Banqueiros Soros, nem o FMI, nem a CIA, nem o vice-Zionista Joe Biden conseguiram evitar o fim do gov Poroshenko-Waltzman: o Primeiro-Ministro neo-Nazi Vampiro Yatseny-hulk foi acusado pelso colegas de ter roubado a verba do FMI. As claques neo-nazis de Yarosh voltam a incendiar a cidade, exigindo a deposição do Presidentinho. Vampiro é arrastado de modo desconfortável da tribuna no Parlamento. Shaaskavali, aquele super-demente que foi processado e expulso da Georgia, volta à cena como "governador de Odessa" [sem dúvida um "acerto" com a CIA, etc]. O Demente acusa o neo-Nazi Avakov, e Vampiro, de corrupção. Na sessão presidida pelo Presidentinho, o Demente baba a gravata mais uma vez, e é acusado pelo Presidentinho e Vampiro de estarem insultando a Ucrânia, uma província que não é um País.

Wednesday, October 7, 2015

12 Anos depois - Russia, China e Persia
-- Neutralizam Programa Imperialista


Relevos no Templo de Baal Shamin, em Palmira, do tempo babilônico [séc. 17 a.C.], reformados pelo Imperador Adriano em 130 ad – relíquias agora destruídas pelos bandos de trogloditas robotóides clonados

Uma semana depois de iniciados os ataques da aviação russa contra os mercenários clonados-de-bin-laden, não há sinais de que os anglo-zionistas possam dar qualquer resposta militar específica, nem contra-atacar as forças russas. De modo discretamente espetacular, a marinha chinesa [um cruzador e/ou porta aviões, cf. senador russo] está atravessando o Suez para escoltar a base de Tartus; e o cruzador Moskova, lançador de mísseis infalíveis S-300, impede agora que a aviação da Turquia e de Israel façam qualquer ataque na Síria, em apoio operacional aos terroristas embriagados da cia-blackwater-mossad-katar-ditadura-saudita.
Bibibi Netanyahu não sabe a quem mais recorrer, e Erdogan O Travesso, dá sua última cambalhota, enquanto alguns Sukhoi vingativos riscam os céus sobre suas fronteiras... talvez observando abrigos de trogloditas em terras turcas. A “oposição moderada síria” não existe [cf. Gordon Duff], ou é mais uma variante dos mercenários “al-kaeda”.

eng.mil.ru/en/news
sputniknews.com//russia-missile-systems
hispantv.com/israel-siria-zabadani-ejercito-artilleria
hispantv.com/siria-china-rusia-espacio-aereo
veteranstoday.com/the-strange-case-of-the-syrian-opposition
zerohedge.com/2015-09-27/china-join-russian-military-syria-while-iraq-strikes-intel-deal
english.pravda.ru/25-09-2015/132137-china
port.pravda.ru/19-08-2015/Benayon_oligarquia_imperial





Sub-Secretária da Defesa






Em 07 de outubro não há sinais de que a OTAN possa dar resposta à Russia, China e Iran... e nem seus generais vão mudar de posição nos sofás... A única coisa que podem fazer é mentir como debilóides infantís, como se a aviação russa tivesse um mínimo motivo para “não atacar” os mercenários [e apenas "defender um ditador", como diz a Folha de SP] – nesse caso fazendo exatamente como os ocidentais, que necessariamente fingiram atacar as hordas de mercenários durante todos estes meses em que o noticiário se encheu de atrocidades contra os civis árabes.
Enquanto Obama, Merkel e Cameron são apenas porta-vozes de pautas que eles recebem de seus masters-controladores, os quais realmente perderam o controle, o governo russo age exatamente dentro do padrão formal republicano que os ocidentais fingem exibir.
O governo da Russia tem repetido incessantemente que não deseja “enviar tropas”. Na mesma proporção, há inúmeros depoimentos de que o Iran, com o Hezbollah, desejam ardentemente “enviar tropas”. O governo do Iraque, declarado “aliado” de Iran, Russia e Síria, pode a qualquer momento “requisitar apoio militar” ao Parlamento e Executivo russo.
Como já caracterizado desde os atentados Set-11, invasão do Iraque, e invasão da Líbia, a ação militar russa, chinesa, e do Iran, ocorre com 2 a 12 anos de atraso. Os cidadãos em todos os países russos e asiáticos, e em todos os setores esclarecidos no Ocidente, desejam ardentemente o fim da ação imperialista do kabal anglo-zionista, e o desmonte da OTAN e do Estado Fascista-Zionista de Israel.

actualidad.rt.com/rusia-aviones-buques-siria
actualidad.rt.com/eeuu-irak-rusia-presionar
actualidad.rt.com/irak-solicitar-ataques-rusia
hispantv.com/iran-yemen-crisis-arabia-saudi
actualidad.rt.com/occidente-arabia-saudita-terrorismo
presstv.ir/iranian-commander-syria-general-hamedani
eng.mil.ru/So_no_sofa_Videoconference_14_oct
english.pravda.ru/01-10-2015/russia_syria_isis
tass.ru/defense/829187
sana.sy/es/?p=31240
syrianperspective.com/

thesaker.is/syria-oct-14-2015-the-chinese-approach/
activistpost.com/us-bombs-syrian-civilian-power-stations
southfront.org/jordan-joins-russian-anti-isis-coalition-coordination
veteranstoday.com/2015/10/21/israeli-general-captured-in-iraq-confesses-to-israel-isis-coalition/
presstv.ir/2015/10/10/us-warship-persian-gulf
hispantv.com/Irak/Masum-agradece-papel-Iran


Mais de duzentos turistas russos dizimados em atentado: não seria necessário consultar páginas e links para se concluir que o 31 de outubro, e o bem filmado e divulgado atentado do dia 13 de nov [Charlie Hebdo, etc, etc] são FALSE-FLAGs, concebidos para alastrar o pânico, pôr exércitos em movimento, e massacrar populações árabes.
No início de novembro a principal versão para a queda do avião era a de uma bomba plantada no bagageiro, no setor de serviços do aeroporto. Entretanto, alguns autores, Gordon Duff, Fulford e outros, apontaram os serviços secretos militares nato-sionistas como responsáveis. E não sem bons motivos, uma vez que os exercícios militares aéreos da otan-israel, cognominados "bandeira azul" estavam sendo realizados a poucos km do local da queda, próximo à fronteitra com o Sinai... Alem disso, Israel possui na mesma região uma estação de captação/emisão de sinais, que poderia ter emitido sinais p/ a detonação de uma bomba e/ou apagamento das comunicações da aeronave...
Gordon Duff defendeu a tese de uma perfuração de estilhaços [shrapnel] de um tipo de míssel atingindo a aeronave por baixo e deixando as aberturas de saída por cima:
veteranstoday.com/2015/11/11/
Entretanto, no dia 17 nov, o Kremlin deu nota oficial do inquérito dos serviços de inteligência, confirmando a explosão de "uma bomba a bordo da aeronave".


Veja porque o governo da Russia demorou demasiado em agir. Desde 2013, Russia e Iran já poderiam ter fechado as fronteiras Sírias; e da mesma forma, impedido o genocídio no Iraque e na Líbia. É a população civil que paga amargamente pelo “excesso de moderação” diplomática russo-chinesa... Enquanto a mídia corporativa consegue impingir a cada novo dia a imagem de um governo russo expansionista, exatamente o contrário está acontecendo no mundo real.
actualidad.rt.com/terroristas-ei-siria-ejecutar-poblacion
lifenews.ru/news/165854
presstv.ir/2015/10/24/turkey-fisherman-refugee-aegean-sea
rt.com/syria-latakia-refugee-camps/
hispantv.com/daesh-vende-a-decenas-de-mujeres-izadies
hispantv.com/irak/daesh-profesor-fisica
presstv.ir/israeli-settlers-alKhalil-Azzam-Shalaldeh

Os Peshmerga são os militares kurdos. Desejam autonomia desde o desmonte da ordem Otomana:
hispantv.com/peshmerga-irak-sinyar-daesh-aldeas



Moskova é a capital da Russia; a antiga capital foi Kiev, fundada por Vikings no séc. IX... A Russia resulta de uma mescla cultural e genética favorável de vikings e eslavos, sob influência da igreja ortodoxa constantina, o que não ocorreu nas outras nações da região... A igreja ortodoxa é mais séria, mais tradicional e coerente que suas concorrentes ocidentais romana, católica e protestante, envoltas em permanentes cisões e mistificações ao longo dos séculos... O atual regime russo é uma típica república burguesa, transparente para seus súditos, porém de estado-forte devido às intervenções imperialistas do nazismo, dos anos 90, e atuais... Vladimir do Kremlin responde por uma cadeia de comando, de conselheiros, e ao Parlamento... A Mídia Escravizada Amestrada no Ocidente parece não conseguir ver direito... Certos fatos da realidade Geográfica e Histórica...







Palmira











Texas Militia Man, que é um comunista ianque, e Ramzán Kadírov, chefe do Executivo (da Rep. Russa) da Chetchênia, estão entre aqueles que estão pedindo-a-deus para lutar contra os mercenários... Kadírov, como adepto religioso do Corão, tem bons motivos para odiar os homens-bomba que invadiram seus país, a pretexto do mesmo Corão (sendo eternamente-grato a Vlad do Kremlin por tê-los expulsado).
Os líderes do Hezbollah e do regime muçulmano da Pérsia, como principais adversários [no sentido da Infantaria] de Arábia Saudita, Katar e Turquia, estão na mesma condição que Kadírov. No Ocidente [digamos, no Rio de Janeiro, do Leme ao Leblon], a kretina mídia amestrada conseguiu convencer a todos que "árabes e muçulmanos" são "todos iguais"...
Os regimes despóticos da Arábia Saudita e Emiratos não são retratados como "ditaduras" quando retalham e dizimam seus súditos, ou nem siquer são retratados. O New York Times pinta de "ditadura", sem justificar, o regime da família Assad, e não explica como eles conseguiram sobreviver 50 anos ao assédio imperialista, sendo plenamente reconhecidos pela população!
actualidad.rt.com/chechenia-kadyrov-infanteria
journal-neo.org/american-risks-life-to-fight-facists-in-ukraine




Assim viam os Otomanos a divisão das províncias [1453 - 1918]


Qual o significado de Israel?

governo-washington.blogspot.com/16-artur-koestler-e-sionismo
governo-washington.blogspot.com/pagina-do-imperialismo-zionista
veteranstoday.com/a-tale-of-two-kingdoms-israel-and-judea
sionismo.net/historia/invencao-terra-israel-shlomo-sand/
citadino.blogspot.com/a-confirmar-se-o-genocidio-de-seis

O que Arthur Koestler e Shlomo Sand estão tentando dizer é que os “judeus” não são correspondentes aos “hebreus” da antiga nação, sendo nesse sentido “inexistentes”, enquanto "povo" e "nação".
Entretanto, Koestler é muito claro quando defende uma existência relativa, e pacífica, para uma moderna “Israel”...
"O direito à existência do Estado de Israel ... não baseado nas origens hipotéticas do povo Judeu, ou numa consagração mitológica de Abrãao junto a Deus – porém baseado na lei internacional"...






O Plano de Partição da Palestina de 1948, sob os auspícios da ONU, tem um desenho absurdo, como se uma geografia de contradições se revelasse nas negociações entre o governo inglês e a casa Rothschild. Os dois pontos de estrangulamento mútuo dos dois Estados previstos não parecem coincidir com planos de mentes sadias de europeus civilizados.














Por uma questão de civilidade, pacifismo, e conveniência demográfica internacional, o número de cerca de 800 mil “judeus” internacionais que emigraram para a Palestina estariam numa proporção compreensiva até o final dos anos 40... Presumivelmente 1,6 milhões seria talvez um número total máximo até os anos 70... [ou seja, 10% a 20% dos 8,4 milhões atuais].
Para aqueles que, no mundo árabe ou em Londres, aceitaram esta idéia, estes emigrantes teriam convivência econômica com as comunidades árabes, e seriam recebidos como parentes distantes, fugindo de conflitos europeus.
Uma geografia razoável para estas colônias de “judeus” seriam dois territórios, um ao norte, entre o litoral de Acre, o Mar da Galiléia, e a fronteira com o Líbano; e outro ao Sul, abaixo de Jerusalém, em torno do Mar Morto, incluindo parte da Jordânia, com acesso rodoviário ao porto no Mar Vermelho (Eilat), mas não incluindo o litoral, onde está Tel Aviv [ex-bairro de Jaffa]. Estas duas províncias seriam ligadas por extensão rodoviária ao longo do Rio Jordão, mas com um setor intermediário internacional centrado em Jerusalém, conforme os esquemas ingleses de 1937-47. Todo o resto do território, todo o litoral desde Gaza [a], de Jaffa até Haifa, e o restante da Jordânia, deveriam compreender uma única nação local, árabe.

Esta divisão hipotética estaria refletindo, apenas vagamente, as duas províncias da antiguidade, Judéia e Israel [920 até 597 a.C.] [b]; e da mesma forma estaria, apenas simbolicamente, dando reconhecimento mítico aos 3.000 remanescentes da idade média [cf. historiador Ramini] que reivindicavam costumes hebreus, na Palestina, em meados do séc. XIX. [c] Entretanto, esses precedentes não seriam justificativa para que estas terras fossem doadas - conforme Koestler, a justificativa seria o acordo de interesses cívico internacional.

A Tripa de Emigrantes Neo-Israelitas cortaria o Estado Árabe apenas segundo um eixo rodoviário norte-sul, através da Cisjordânia, onde haveria um estado internacionalizado centrado em Jerusalém, e através dos desertos do Sinai... Os Emigrantes trariam grande cooperação econômica, haveria um esforço coletivo para trazer água das montanhas para todos, e... “todos seriam felizes para sempre”... porém, fica claro que esta benevolente geografia somente seria possível se fossem efetivos os termos pseudo-humanitários em que a Liga das Nações [e depois a ONU] e o governo inglês apresentaram a proposta internacionalmente, desde o fim da primeira guerra mundial. Os aspectos “conspiratórios” da fundação e expansão de Israel estão por todos os lados, não só pela monumental expansão demográfica e militar.

Uma certa “história oficial” é escrita pelos neo-israelitas, para correlacionar versões bíblicas, dadas como “história oficial canônica”, com os fatos desde a divisão colonial do Império Otomano... A Veneranda História dos Hebreus estaria demonstrando que:
1) Eles sempre existiram com uma mesma identidade desde os tempos genéticos de Jacob e sua conversão/luta moral com Deus [circa 1400 a.C.]
2) Por esta razão teriam direito a voltar subitamente a suas terras históricas, em levas crescentes, vindas de mesclas em todos países do mundo, a partir dos anos de 1920...

O sítio JewishVirtualLibrary.org representa os neo-israelitas: estes são aqueles que se deixaram levar pela propaganda zionista, comprando a idéia de que “têm direito de morar em Israel”, porque são “descendentes dos Hebreus”. Os Zionistas são aqueles que sabem que a propaganda neo-israelita é somente instrumento para a ocupação e o jogo imperalista.

As premissas para a re-ocupação neo-israelita são:
1) O Povo “Judeu” se estabeleceu e deu desenvolvimento à Terra (de Israel)
2) A comunidade internacional conferiu soberania política na Palestina ao "Povo Judeu"
3) O território foi capturado em guerras defensivas
4) Deus prometeu a Terra ao patriarca Abrahão (e a Moisés; e Joshua)
jewishvirtuallibrary.org/jsource/myths/roots
Em todos os detalhes podemos observar a falta de consistência de tantas teses insustentáveis:
1) O "estabelecimento na Terra" se deu de modos diferentes, em épocas muito descontínuas ao longo de 3.250 anos, por povos (grupos sociais, etnias, tribos) diferentes
2) Não a "comunidade internacional", mas burocratas governamentais a soldos secretos de ordens de elite. A idéia de que "os árabes eram uma população dispersa e sem raízes", é utilizada para neutralizar a criação do Estado Árabe Palestina-Jordania. A mesma idéia é utilizada para justificar a criação de Israel: "Nosso povo estava disperso, precisamos reuní-los"... [assim trabalha o zionismo!!]
3) Sendo as guerras árabes por sua vez defensivas, em função do retalhamento do Império Otomano feito pelos imperialistas, e do extermínio de famílias palestinas em Jaffa e Haifa, feito pelas gangues zionistas.
No item 4 não se trata da sustentabilidade da tese - apenas um sinal ou recado displicente arrogante...































Mapa da Cananéia, do séc. I ad, época da dominação romana.

[c] Um número estimado em 10.000 pessoas seria a população dos descendentes "espirituais" dos hebreus na Judéia, Samaria e Galiléia ao final do séc. XIX, identificados pelos laços religiosos que os uniam ao Templo em Jerusalém; e isto já contando com os primeiros emigrantes. Não é um número significativo, em comparação com a quantidade de Palestinos igualmente descendentes, genéticos, dos antigos Cananeus; e em comparação com as comunidades religiosas de hebreus e de outras religiões/culturas antigas, em todo o mundo...
Depois de 1881, as primeiras levas de imigrantes foram promovidos pelos zionistas, quando ainda o território pertencia ao Sultanato Otomano. A Monarquia Inglesa e a Casa Rothschild estavam desde 1876 construindo o Canal de Suez, em arrendamento com o Sheik do Cairo. Depois do fim da primeira guerra, uma nova leva de imigrantes foi promovida. Nos anos 30, antes que os nazistas começassem a perseguir os judeus na Alemanha, e com apoio de transporte naval do governo alemão, mais outra leva de imigrantes chegou em Jaffa. E depois do fim da segunda guerra - em número cada vez mais crescente.


[a] Os antigos Philisteus são a origem do nome Palaistinê-Palaestina, para a designação greco-romana da Cananéia.
Os Philisteus podem ter chegado no litoral Sul da Cananéia [Gaza] na mesma época [1250], ou logo após, em que os hebreus entraram militarmente (Joshua) nas colinas em torno do Mar Morto e Mar da Galiléia (Judéia, Samaria, Galiléia).
Os soldados de Joshua dizimaram implacavelmente os civis Cananeus. Os conquistadores e Reis Hebreus em tudo foram semelhantes aos Assírios, Egípcios, Gregos e Romanos: na violência militar; nas crises de príncipes hereditários, esposas e concubinas; nas revoltas de tribos e súditos.
Os Philisteus haviam chegado à Cananéia como “povos do mar”, tidos como europeus que "conheciam o ferro". Desde o período 1000-930 a.C. de máxima expansão do reino dos Hebreus, os Philisteus sempre se mantiveram adversários dos Hebreus, e nunca se mesclaram ou se submeteram ao seu Reino.
Os Palestinos de Gaza poderiam sustentar um mito semelhante ao dos neo-israelitas e zionistas: Que eles têm perfeita continuidade com os Philisteus; que eles sempre foram invadidos e pilhados pelos Hebreus; que sempre defenderam suas terras, morando no mesmo lugar, com os mesmos costumes... Todas as transformações sociais de 3 milênios seriam ignoradas.

[b] O que se poderia considerar a nação do antigo Reino de David-Salomão, as duas tribos Judéia e Israel, como o povo dos Hebreus, deixa de ter significado a partir das conquistas Assírias e Babilônicas, de 722 até 588 a.C. ... e isso conforme o sítio neo-israelita
jewishvirtuallibrary.org/jsource/History/Kingdoms1.html

"O Reino dos Hebreus, que teve seu começo com a promessa e a glória de David, estava agora [-588] chegando ao seu fim. Ele não reapareceria novamente, exceto por um breve período do séc. II a.C."
"Assim, a partir de 597 a.C. existiram três grupos distintos de Hebreus: um grupo na Babilônia e outras partes da Mesopotâmia, um grupo na Judéia, e um outro grupo no Egito".

Os Assírios se fixaram na Samaria, e exilaram famílias inteiras de israelitas para diversos recantos, de modo que eles se mesclaram, e desapareceram na história. Os Assírios estabelecidos entraram em sincretismo com a religião de Yaveh.
Os Babilônicos também exilaram Judeus e Israelitas para sua metrópole, porém eles foram mantidos como comunidades, que se preservaram culturalmente. Os Persas se tornaram novos senhores da região, e o Rei Kyrus decidiu mandar os Hebreus de volta para a Cananéia em 538, o que resultou num certo renascimento nacional, e refundação do Templo de Jerusalém em 516 a.C.
Desde este período, atravessando os séculos da dominação macedônica (selêucida) e da dominação romana, as duas províncias dos hebreus nunca mais voltaram a ter autonomia nacional. No ano 135 ad, o caudilho militar Bar-Kokhba, cognominado “nasi” (salvador, messias étnico) liderou uma revolta contra o domínio romano, mas não foi bem sucedido.































Esse mapa que retrata o período de maior expansão dos hebreus durante a monarquia de David e Salomão, 1010-930 a.C., parece sofrer das mesmas pretensões que os zionistas e neo-israelitas atuais... A proposição de que as fronteiras do novo reino se estendiam até o rio Eufrates, incluindo toda a Síria, é relativa, durou muito pouco tempo, e foi somente militar, não no sentido de povoamento e colonização. Logo após 930, o controle territorial de Jerusalém diminuiu bastante, e os hebreus ficaram concentrados numa faixa nas montanhas em torno do vale do Rio Jordão, até a chegada dos Assírios em 722.
Os Fenícios, que eram aliados e sócios comerciais de Salomão, certamente dominavam uma porção bem maior do litoral do que o indicado. E, da mesma forma, os Philisteus, adversários constantes, parecem ter seu espaço [em verde] boicotado nesta representação, tal como nas campanhas atuais...

É evidente que a cada nova sucessão histórica das jurisdições, fenícios, hebreus, assírios, babilônicos, persas, egípcios, macedônicos, romanos, árabes, otomanos e modernidade, a Cananéia passou por diversas misturas físicas e de costumes, sendo formadas sempre novas sociedades, da qual todos são descendentes. Além do mais, a descendência física de uma povo, não significa que alguém possa reivindicar “a mesma terra dos antepassados”... Para cada remanescente atual dos povos-nações da antiguidade este precedente criaria contradições intermináveis... Os índios na América do Sul deveriam exigir judicialmente todas as terras na região central amazônica, e fundar suas próprias dinastias... E os Kurdos, porque não recebem apoio da “comunidade internacional"...?

Os descendentes dos antigos Hebreus se espalharam pelo mundo desde a invasão macedônica [320 a.C.], e se tornaram multiplicadamente variados e miscigenados. Muito mais descendentes de Hebreus se espalharam pelo Mediterrâneo, se estabelecendo em Roma, na Grécia, Egipto, norte da África, Síria e Anatólia, do que aqueles que permaneceram na Cananéia. A idéia de uma “diáspora” provocada por Romanos intolerantes no séc. I ad, não é confirmada pela vida venturosa dos hebreus de Alexandria, mais numerosos que em Jerusalém. Os cultos e educados 70 sábios hebreus de Alexandria compilaram e re-escreveram em grego no séc. I a.C. o Velho Testamento – legenda religiosa mesopotâmica, porém fazendo recurso a termos e concepções do paganismo órfico e jônico... [e]

[e] As concepções de demiórgos [Deus Criador Panteísta]; pneuma [substância sensível universal]; e logos [ordem universal expressiva], foram re-assimiladas para significar Deus [no sentido absoluto platônico], espírito santo e verbo divino. Epicteto e a Sabedoria Estóica [1996], J.J.Duhot, Ed. Loyola, 2006.


Entretanto, uma certa continuidade de credo religioso, e um direito insondável, fazem necessária a existência do “judeu internacional”, “judeu da diáspora”, mesmo quando, em alguns casos, ele é ateu, mora em N.Y., é trotskista, anti-sionista, etc.
Pirenne [f] faz uma bela reconstituição da vida no Mediterrâneo, nos séculos I a VII ad, quando o mundo greco-romano viveu a estabilidade civilizada centrada em Byzantium, que Roma não desfrutava mais. Os descendentes hebreus se espalharam pelo Mediterrâneo ativamente, sendo estimados em todos os portos como bons comerciantes, como burgueses cosmopolitas, cultos e educados, auto-confiantes... e isso exatamente como seus semelhantes fenícios e gregos. (Tornando-se todos eles, possivelmente, classe social).
A distinção exclusiva do hebreu-judeu deste mundo cosmopolita e integrado em que eles viveram nestes primeiros séculos neutraliza a impressão favorável do estudioso sobre estes descendentes e emigrantes auto-disciplinados, que souberam manter seus costumes e se integrar nas comunidades... [e trazendo alguns ofícios cabalísticos desconhecidos!].
[f] Maomé e Carlos Magno, [Contraponto 2010], Henri Pirenne [1862-1935]



Monday, June 15, 2015

38 -- Teatro do Absurdo

Frota russa no Pacífico - Em resposta à tentativa da propaganda no Ocidente para apagar a vitória russa contra o expansionismo nazista em 1945, o Kremlin organizou um desfile militar comemorativo sem precedentes no dia 09 de maio de 2015... Pela primeira vez tropas chinesas e indianas desfilaram juntas com as tropas russas no orgulhoso boulevard moscovita...! Em todas as cidades, meio milhão de russos foram às ruas com fotos de seus parentes dizimados pelos ataques da ditadura nazista, patrocinada pelos banqueiros londrinos.




Curiosamente, algum fenômeno militar ou diplomático deve ter ocorrido no mesmo período, porque o chanceller Kerry num pulo-de-gato se dirigiu à Criméia no dia 12 para se confraternizar com seu "partner" Lavrov, o Sério: invertendo inteiramente seu discurso habitual, passou a condenar o regime de Kiev e apoiar a política russa na região!!
Kerry trocou sorrisos e abraços também com Vladimir Poutine, líder russo que exerce a Presidência com aprovação popular sem precedentes na História Euro-Asiática desde 1945. Como todos sabem, Poutine, depois de fazer carreira no estado Soviético e na KGB, se tornou um oficial credenciado para salvar o regime decadente de Boris Yeltsin, tornando-se Ministro e depois Presidente. Como estadista, Poutine representa um regime de burguesia esclarecida russa, e de nacionalismo enraizado na máquina estatal e militar. Este nacionalismo de estado por sua vez, é o dos socialistas russos descendentes do período soviético, e da maioria do povo. As classes médias que fazem protestos eleitorais em Moscou não levam borrachada nem gás lacrimogênio (e os percentuais eleitorais que eles reclamam serem roubados por certo são inferiores aos dos TREs do Rio e São Paulo). Atentados frequentes são feitos pelos serviços secretos ocidentais aos opositores do governo, de modo a dar a impressão de uma "ditadura soviética".










Causou surpresa a atitude do chanceller Kerry! É curioso como a mídia corporativa consegue esconder o fato de que certas figuras governamentais são atores e fantoches quasi-perfeitos, que se comportam como sósias dos originais: como é o caso de Obama, Kerry, Bush Sr., Kissinger, Cheney... Outros ainda, como Merkel, Sarkhozy, Tony Blair, são meros leitores de pautas diárias de instruções.

Mais surpresa ainda causou o não comparecimento de Dilma Roussef na parada moscovita de 09 de maio...!! O que terá motivado a ausência da Presidenta no palanque entre os estadistas "brics"?? Terá sido pressionada pelos militares brasileiros? Ou será que os oficiais de inteligência anglo-zionistas pressionaram os militares brasileiros, para que pressionassem a Presidência?? Ou terão os oficiais imperialistas aterrorizado diretamente a Presidência?!?! Qual é a situação real em Brasília?!

english.pravda.ru/ussr/victory_parade
actualidad.rt.com/ejercicios-ruso-chinos-mediterraneo
actualidad.rt.com/caza-ruso-avion-espia
actualidad.rt.com/caza-ruso-repeler-destructor-eeuu
actualidad.rt.com/soros-admite-responsabilidad-golpe-conflicto
slavyangrad.es/estrategia-ucraniana-de-george-soros/
actualidad.rt.com/eurodiputado-golpe-ucrania-organizar-eeuu
english.pravda.ru/russia_isis_iran
english.pravda.ru/16-06-2015/usa_jackals_ukraine

Audacioso Presidentinho Histérico quer começar tudo de novo
-- de onde vêm suas tropas??
rt.com/270139-ukraine-troops-operation
thesaker.is/interesting-report-about-ukrainians-defecting-to-novorussia [clique p/ legendas inglês]


















A cidade de Palmira, no deserto entre Homs e o Rio Eufrates, foi centro urbano greco-romano




















Desde a Antiguidade, desde as sucessivas campanhas de conquista ao longo dos séculos de hititas, persas, gregos, macedônicos, romanos, os conquistadores sempre exerciam o máximo de violência sobre os soldados conquistados, que eram dizimados, ou aceitavam a escravidão, se tornando criados muitas vezes bem tratados. Idosos, paisanos, mulheres e crianças eram preservados, e dentro de uma geração, os conquistadores geralmente estavam se mesclando com os conquistados.
É o caso da Síria, que resulta de uma síntese de cultura e genética macedônica com fenícios conquistados. (E nos séculos VII, VIII, de semitas árabes com estes). Porém é no século XXI que as mais cruéis práticas de tortura e extermínio são aplicadas por milicianos conquistadores (conhecidas antes somente nas invasões do hunos): O fuzilamento para crianças e suas famílias... que foi aplicado em Palmira, porque estas tinham seu emprego no Estado.
Todos sabem que estes milicianos conquistadores são homens-robotóides pavlovianos, treinados e mantidos pelos governos da Arábia Saudita e Qatar, com patrocínio de agências de inteligência e contratação "blackwater"; da cia, do mossad, etc.
Por que afinal as tropas do Iran não invadem o Iraque e a Síria, para extirpar a horda dos trogloditas de luxo??? Porque a Russia e a China não invadem o Iraque, se os EUA invadiram, e a OTAN destruiu a Líbia, e bombardeou a Síria?? Por que a política do Hezbollah é somente defensiva??

port.pravda.ru/08-06-2015/nasrallah_hezbollah
presstv.ir/2015/06/13/Hezbollah-Syria-Qalamoun
presstv.ir/2015/05/25/battleforPalmyra
actualidad.rt.com/nadie-puede-enterrar-cabeza-arena
washingtonsblog.com/the-west-supported-the-creation-of-isis
globalresearch.ca/us-and-allies-have-created-a-transnational-islamist-terrorist-network
actualidad.rt.com/mayor-general-iran-estado-islamico
actualidad.rt.com/califato-arma-geoestrategica-contra-brics
voltairenet.org/article184783
















O que ficou claro para os "observadores atentos" desde as provocações ao Iran em 2005, é que este, a Russia e a China, poderiam ter todas as vitórias militares que quizessem, porém preferiram apostar no desgaste físico do "cabal" ocidental. Já o kabal anglo-zionista precisa convencer sempre de novo a seus generais e almirantes a atacar a poderosa aliança oriental, o que se torna cada vez mais um esforço desesperado, sem futuro, e dependente de propaganda altamente duvidosa para os militares de carreira. Infelizmente, esta situação tem permitido o sacrifício de muitos milhares de cidadãos indefesos, e a destruição da sociedade em vários países no Oriente Médio, e no mundo inteiro.

actualidad.rt.com/estado-islamico-sexo-forzado
actualidad.rt.com/estado-islamico-venta-ninas
youtube.com/watch=qhP3DGsdlII
vimeo.com/129348906
novorossia.today/funeral-ceremony-of-16-years-old-girl



















Aleksey Borisovich Mozgovoi [1975 ** 2015] Um dos líderes marxista-leninistas no Donbass, que se insurgiram quando do golpe de estado nazista em Kiev. O processo no Donbass teve o infortúnio de ser diferente da Criméia, apesar de que Lugansk, Donetsk, Mariúpol, Odessa, Slavyangrad, Karkhov, todos têm populações em condições similares às das populações russas na Criméia.

slavyangrad.es/2015/05/24
youtube.com/watch?v=cmWNQycnG9M
youtube.com/watch?v=Px8L260A3os
cassad-eng.livejournal.com
fortruss.blogspot.com/18-year-old-novorossia-hero-maloy-kid

youtube.com/watch?v=Qk3ho0N-_I0
youtube.com/watch?v=x-0viw1kErM
youtube.com/watch?v=5cA9cGUGr00
youtube.com/watch?v=cIQEe5UyuQE

O que é cruel no substrato da propaganda ocidental é que essas populações não são "pró-Russia", eles são de fato russos... As cidades da Criméia fizeram um plebiscito com decisão ultra-majoritária em favor de integração com a Russia (da qual, a rigor, nunca se separaram). Uma solicitação para reunificação foi enviada ao Parlamento Russo, e aprovada. Mesmo assim a propaganda viciosa da mídia corporativa ocidental continuou insistindo em "anexação" feita pelo Kremlin.
Muitos russos no Donbass não pegaram em armas necessariamente para a reunificacação com a Russia, mas para combater o regime nazista instaurado em Kiev... Para muitos, não faria mal continuarem a ser parte da nação [ex-província] ucraniana, desde que seus costumes fossem respeitados, e desde que o governo central não fosse uma ditadura nazista de uma pretensa "etnia" ucraniana. Outros combatentes são de orientação marxista-leninista, e preservam o passado solene em que seus parentes derrotaram a invasão nazista. Muitas cidades da região mantiveram as praças com estátuas de Lênin, do período soviético. Para muitos da nova geração dos combatentes revolucionários, tomar militarmente a capital Kiev e instalar um regime socialista, é questão tão relevante quanto as relações regionais com a Russia... A questão dos revolucionários, que recebem ajuda de brigadistas de vários países, é simultaneamente socialista e de defesa regional em relação ao regime golpista instaurado pela OTAN.

youtube.com/watch?v=TKfnJ4dcDOg
youtube.com/watch?v=WMGaHB8EUR8

Zakharchenko [Donetsk] parece ter aberto uma liderança que conseguiu conjugar todos os fatores. Ele e seus soldados vestiram puro uniforme de soldado russo no desfile patriótico, e tudo indica que sua política é a do Kremlin, agora. Entretanto, uma das consequências do guarda-chuva russo pode-se observar nos dois videos dos militares cossacos irados e decepcionados com Putin e Zakharchenko, por fazeram acordos de trégua, enquanto a população está sendo bombardeada.
Além disso, o mais tradicional patriotismo russo, baseado em valores imperiais do séc. XIX, deseja ver a restauração de seus territórios. Nesse sentido, com valores equivalentes aos dos países ocidentais -- pelo que a Russia é acusada!
O blog do Vineyard-of-the-Saker, e o coronel Strelkov representam esta visão tradicionalista (que não é pró-soviética). Todos ao final convergem, uma vez que a reunificação com a Russia é o destino necessário e natural daqueles povos.

slavyangrad.org/2015/05/19
slavyangrad.es/2015/06/11
rt.com/news/donbass-shelling-mine-trapped
novorossia.today/a-rally-in-donetsk/
youtube.com/watch?v=HRzSnbVz6ww
youtube.com/watch?v=dczFreAfpNc
vimeo.com/130023080
vimeo.com/ecctv/videos















Olhando para a câmera está um sujeito que é acadêmico francês, conhecido por ter estabelecido uma estreita relação entre a tradição liberal e o zionismo. Poroshenko é, a esta altura, um prodígio, como robot-frankenstein brainless, montado a partir de carne-congelada, e que consegue exercer a Presidência. Estendendo a mão para cumprimentar Hollande, está o também brainless ex-boxeador de extrema-direita prefeito de Kiev. E Hollande é o .... Presidente da França!!





Batalhão Somalia












Sibel Edmonds







Sibel era funcionária do F.B.I. em 2001 quando dos atentados de Set-11: denunciou a farsa, arriscando a vida e perdendo o emprego: assim como Coleen Rowley, Colonel Donn de Grand-Pré, ex-ministro alemão Andreas Von Buelow, jurista Stanley Hilton, ex-combatente Joe Vialls, e tantos outros, que estavam em posição de defender a República Ianque, e assim o fizeram [veja nos buscadores] [com +911, p.ex.]... Porém, o kabal continua até hoje entretendo as massas com suas versões, e subjugando os militares e funcionários...

youtube.com/watch?v=sZ4qqe84u50
governo-washington.blogspot/13-eletronically hijacking joe vialls
governo-washington.blogspot/06-von_buelow
governo-washington.blogspot/08-stanley_hilton
governo-washington.blogspot/09-grand_pre
governo-washington.blogspot/10-rubicon
governo-washington.blogspot/04-bonesmen_9-11
governo-washington.blogspot/05-best_enemies

























o rapaz-ovelha propõe discutir primeiro, "a questão da liberdade, do indivíduo", e mesmo "da aparição do sujeito"... num contexto ontológico spinozista, "epistemologicamente suspenso", em que o histórico não é "dado", somente o sensível, etc - depois das aulas de filosofia pró-francesa pós-moderna no Instituto da Lagoa Rodrigo, ele se convenceu que o mundo se constitui mesmo a partir do sujeito transcendental -- doa a quem doer, é claro --


Anos 90: Reação selvagem e histérica de um público que se queria “romântico” e “libertário”, diante do problema das políticas secretas imperialistas...
virtualpolitik.bravehost.com
virtualpolitik.bravehost.com/espectros
virtualpolitik.bravehost.com/o_chanceler
virtualpolitik.bravehost.com/lula_jango
virtualpolitik.bravehost.com/partidos
virtualpolitik.bravehost.com/a_republica
virtualpolitik.bravehost.com/a_unidade

Aos camaradas e colegas do Petê e ex-Pedetistas de Petrópolis-RJ
Já há muito o compromisso cívico de “defesa da Democracia”, e dos “Direitos”, e das “eleições livres” para a conquista dos cargos públicos tem sido o objetivo dos partidos populares, ou trabalhistas, ou reformistas. Torneios eleitorais se sucedem, com o monótono resultado do tédio cívico, e agora com o ressurgimento do fascismo, e a ostensiva estagnação das condições de vida material.
O compromisso dos partidos só poderia ser com a formação de uma consciência política a longo prazo, com o esclarecimento do objetivo histórico socialista. O assistencialismo, a contínua política de direitos e atendimento, se esgotam rapidamente.
E para uma autêntica “educação popular” seria necessário a formação dos próprios membros partidários, e o esclarecimento de uma carta (programa) e da história recente. O contínuo apelo à unidade difusa e sentimental, ao democratismo genérico, os clamores por justiça, não são suficientes para abalar os nervos dos golpistas, ou mesmo modificar a sociedade em tempos de paz.
A política habitual de caciquismos e do jogo visível eleitoral e institucional vicia os militantes, e os põe em conflito quando poderiam estar costurando uma proposta para a sociedade. Em Petrópolis, inumeráveis vezes, os partidos de esquerda tiveram vitórias eleitorais, elegendo Prefeito, Vice, Vereadores e pres. da Câmara... No ano 2000, um mar de bandeiras vermelhas se espalhou nas ruas, e qual a consequência?? A traição, porque os eleitos sempre se tornam caciques independentes e caprichosos. Por acaso a situação de esvaziamento dos partidos locais, PDT, PSB, PT, PV, não é “consequência” - das “vitórias eleitorais” - ??
virtualpolitik.bravehost.com/do_civico
virtualpolitik.bravehost.com/assessores
youtube.com/watch=yz3dZRaKCpk

Russos no Pacífico

Thursday, March 26, 2015

37 -- Hegemonia e Contra Hegemonia --
Supressão da História, Controle da Opinião Pública e Mentira Organizada -- 3



O Brasil Não É Nenhuma Venezuela!!

PORQUE se fosse, o governo já teria enquadrado a mídia golpista, e posto na cadeia os agitadores pagos pelos serviços de inteligência internacionais ...
Se o Brasil fosse uma Venezuela, as partes mais esclarecidas das classes médias e trabalhadoras estariam apoiando um novo regime nacionalista, sabendo que sem o controle do Executivo sobre os bancos e companhias multinacionais o país seria entregue ao capitalismo rentista e especulativo, cuja consequência necessária é a criação de surtos rápidos de enriquecimento nas classes médias e burguesas, e bolsões de miséria, inchaço e doença no povo, que viverá das migalhas...
Se o Brasil fosse uma Venezuela, os militares estariam pre- ocupadíssimos em defender o patrimônio de riquezas e indústrias nacionais, e não em ficar numa posição confortável observando o que acontece, enquanto uma minoria de colegas oficiais que recebem salários públicos continuam veiculando material de propaganda subversiva preparado pela CIA e seus consortes.
Se o Brasil fosse uma Venezuela, o banqueiro Soros não estaria comprando ações da Petrobrás, o dólar não estaria a 3 reais, e as empresas nacionais estariam fazendo negócios com outros países que não aqueles atrelados à moeda ultra-especulada do Federal Reserve.
E o Congresso Nacional teria aberto uma Comissão de Inquérito para saber quais editores de empresas de comunicação são na verdade agentes de propaganda e desinformação atrelados aos serviços de inteligência internacionais anglo-zionistas.



No Uruguay é um pouco mais fácil









22 de jan de 2014 -
cartamaior.com.br/O-governo-invisivel-nao-quer-Dilma
A regra do tripé, a saber: 
inflação na meta (leia-se, juros altos); câmbio livre (leia-se, nenhum controle sobre o fluxo volátil de capitais); e equilíbrio fiscal (leia-se, arrocho para garantir os juros dos rentistas).
22 de out de 2014 - Cavalo de Tróia
fr.sott.net/Soros-et-la-CIA-misent-maintenant-sur-Neves-pour-vaincre-Rousseff
Soros e a CIA apostam agora em Neves para vencer Dilma. Os orgãos de mídia oficial, os manipuladores da CIA e George Soros, fizeram de tudo anteriormente para tentar instalar Marina da Silva na presidência brasileira.
Wayne Madsen
folhapolitica.org/jornalista-investigativo-dos-eua
portalmetropole.com/exclusivo-jornalista-e-ex-oficial
18 de nov de 2014 - Engdahl
journal-neo.org/brics-brazil-president-next-washington-target/















A Dilma gesticula, tendo sobre seu ombro direito País Rico
e Promissor; sobre o braço esquerdo, a Pobreza

Principais Notícias do Brazil

# É o noticiário da mídia corporativa que dá o tom e o sentido golpista... Quando o Cessna de E. Campos caiu, ninguém desconfiou de nada; porém com o lançamento estupendo da Marina no dia seguinte aos 7 dias de luto... Todo mundo desconfiou de tudo --

# Entretanto, o noticiário da Globo já anunciava, no início da campanha eleitoral, o prêmio das delações premiadas: “quando as denúncias saírem, não haverá mais eleições”! Ou seja, Dilma e Aécio já estavam numa lista suja. Naturalmente que a Globo e Veja fazem antecipadamente o Processo Judicial, de modo que os condenados já são apresentados antes, e o Judiciário e a opinião pública apenas dão sua corroboração irresistível. Marina Rouxinol Encantado da Silva assumiria sorridentemente a Presidência da República.

folhapolitica.org/audio-da-caixa-preta-de-aviao-de-campos
folhapolitica.org/falha-na-caixa-preta-nao-e-usual

# Há uma significativa diferença entre a “Direita”, e a “extrema-direita”. A Direita seriam os interesses conservadores da burguesia, interesses empresariais e de lucro. A burguesia tenta implantar um Estado para suas utilidades. Em todos os casos históricos, e no Brasil dos anos 30, e 50, e agora, a burguesia tem um projeto para a nação e para os negócios, inclusive com “melhorias para os trabalhadores” no sentido de “melhoria da produtividade”, e para não acirrar contradições. Com exceções, as burguesias nacionais em suas condições históricas naturais, não tendem para o totalitário, mas para uma hegemonia que garanta o funcionamento do Estado nas condições que lhes são propícias. Quando são instaladas ditaduras burguesas nacionais, estas não visam a destruir o estado republicano, mas reformatá-lo para seus interesses e contra-avanços revolucionários. É nesse sentido que a ditadura Vargas-37 é semelhante à ditadura Castello-64.

# Os Castellistas tinham intenção de marcar eleições, mas queriam antes afugentar os esquerdistas; e de forma semelhante, a ditadura Vargas se encerra com eleições marcadas. Já a extrema-direita (nazismo) é o resultado da propaganda junto às classes médias orfãs, selvagens, desmioladas, e parte da burguesia entreguista. Em todos os casos históricos, os movimentos de extrema-direita são orquestrados de fora das sociedades, por agentes imperialistas, e/ou agentes do capitalismo financeiro, contra interesses populares, da burguesia liberal, e interesses econômicos nacionalistas. O objetivo é causar instabilidade, e destruir as instituições republicanas. Uma economia internacionalizada e parasitária é instaurada. O que causa confusão, é que parte das burguesias nacionais entrega suas almas ao imperialismo e ao terror, enquanto uma outra parte continua resistindo. Em cada caso podemos observar esta regra geral, e algumas exceções, como foi o caso da ditadura Franquista, como consequência de um avanço radical de comunistas e anarquistas espanhóis (mesmo assim os franquistas venceram com ajuda nazista).

# Uma outra situação bem diferente foi o “golpe dentro do Golpe”, quando o cessna do Marechal Castello é derrubado por um capitão da Aeronáutica, sob inspiração dos golpistas da CIA. Qual o militar que tem coragem de mandar matar um Marechal?? A ditadura que se seguiu, com o AI-5 e a Junta, e Garrastazu, foi total, cega, imperial ... Fez com que quase toda a UDN se rebelasse e se arrependesse amargamente. Carlos Lacerda foi procurar Jango e Brizola em Lisboa, e o senador Mario Martins, com seu aero-willys no centro do Rio em 1968, ajudava os estudantes a perseguir policiais repressivos!

cartamaior.com.br/Moniz-Bandeira-EUA-promovem-desestabilizacao

# Enquanto a burguesia entreguista age por frio cálculo e oportunismo, as paixões “anti-governo” das classes médias são facilmente orquestradas, como juvenís em disputas esportivas. A cada vez que há surtos de “desenvolvimentismo”, as classes burguesas vendem a ilusão de uma plenitude econômica permanente, comprada pelas classes médias, que recebem as sobras da riqueza empresarial. Porém é igualmente o Estado que proporciona muitos empregos nas classes-médias. Ciclicamente há retração nos negócios, e ciclicamente as bolhas financeiras estouram. A cada vez, as classes médias se sentem abandonadas, e acusam o “governo”... !

# A não ser quando resolvem apoiar governantes que estejam formatando estados reformistas, ou social-democratas [na acepção original, séc. xix]; participando da solução do problema, e não do agravamento, e defendendo seus empregos.











## Para todos aqueles que estão nas ruas -- pondo a “culpa no governo”:
o preço da gasolina, ou as propinas na Petrobrás, a alta do dólar, não são os “sinais da crise”, mas o resultado do "Mercado", tal como "ele é"... Os “sinais da crise” são o “alarme de crise” criado por Globo, Veja e repetidores (alarme que estes não criaram nos anos 90, com razões muito mais fortes). Todas as vezes que as classes médias deixaram seu ódio infantil ser dirigido contra governantes, eles tiveram em seguida “governos” bem piores que aqueles que eles antes odiavam, e depois tiveram saudades. Foi assim na Alemanha dos anos 30, e no Brasil dos anos 60. Foi assim com as classes-médias de Benghazi e Misrata, que tinham queixas decorativas contra o regime ultra-assistencial de Kadhafi, e depois se viram cercados por uma matilha de trogloditas ensandecidos a soldo dos imperialistas, destruindo literalmente todo o país. E está sendo assim agora na Ucrânia de Poroshenko, sem gás e falida, com os golpistas lutando entre si.

### Para todos aqueles de aspirações esquerdistas que se propõem a rever o governo, criticar o governo, defender o governo, ou defender o PT, não haveria de fato registro de queixas do empresariado com os regimes petistas, ao contrário. Os burgueses reais não precisam ler jornais para saber que as “crises” são inexoráveis, e que resultam da macro-economia internacional parasitária. E no planejamento petista, as pequenas e médias empresas proliferaram no País. Seria impossível a uma governança no mundo ocidental contemporâneo não exercê-la de comum acordo com os negócios das burguesias, isto é, de preferência com aquelas nacionais e que se “preocupam” com a sociedade organizada.

### Entretanto, acordos meramente realizados pela classe política para a constituição do Executivo e Parlamento em Brasília... São muito diferentes de uma governança baseada num partido organizado, com 20 anos de diálogo com a sociedade, e que faz os acordos em todas as instâncias. A cegueira é achar que o Planalto é o “Poder”; que o “governo” é o objetivo da Política, e não a consequência.






O crescimentismo é a estupidez organizada












A Saúva do Brasil: Ou a GLOBO.ORG acaba com a República Brasileira, ou o Brasil acaba com a Saúva
cartamaior.com.br/Como-dar-um-basta-no-jornalismo-lixo-da-TV-Globo
cartamaior.com.br/Jornalismo-tendencioso-ameaca-sobrevivencia-do-sistema-Globo

A Globo caminha para a quebra. Se isso acontecer será culpa quase exclusiva de seu Departamento de Jornalismo. É que se alguém quiser se aproveitar da situação para comprar a Globo encontrará a seu favor o mais arrogante, mais pretensioso, mais insolente grupo de “formadores de opinião” como nunca se viu antes na história deste país, e com poderes ilimitados. Isso porque os donos são ausentes ou incompetentes, e nada trava a libertinagem televisiva e jornalística que se enfia goela baixo do cidadão daqui e do exterior, todos os dias, num exercício jamais observado de manipulação política pela via da emoção.















Vernon Walters alicia Castello; que depois é traído
archive.org/details/Jango.Joao.Goulart

11 de Setembro
youtube.com/watch=ZUGR0jbbi64




Some blondies at Main Square Avenue in Brasilia, the Capital of Brazil, supported by a few body-guards composed of presstitutes, prostitutes, and zombies. One can tell their number is not high. They were sponsored by the Lions Club, and some other CIA's mind control programs. They forgot however to translate into the local's idiom the sentences they were given to carry.



















As it has been pointed out several times by our correspondents, things never seem to go straigth or to make sense in Latin America. To begin with, it is not Latin, it should me named Hispanic America. (Considering the degree of latinization of both England and France). However, North-America should be called North-Columbia, and South-America, Colómbia del Sur. (Que nadie le vaya a olvidár don Cristóbal....) E Meso-América deveria ser chamada Colômbia Equatorial.
É claro que os russos querem construir um novo canal através da Nicarágua, e as consequências disso ninguém poderá prever. And Bolivia?! Why should not Bolivia be worth deserving to own a part of the Pacific Coast??? It is a crime against the Aymarás and Incaicos not to let them have a harbour for their trades, and a beach for their children. POR QUE A BOLÍVIA NÃO PODE TER UMA FAIXA DE MAR??
Isto é um verdadeiro crime contra os Bolivianos, que deveriam ter todos os direitos humanos, e sobre-humanos, de constituir um reino ancestral indígena, abarcando porções do paraguay, floresta amazônica, acre e rondônia, e estabelecendo um porto no Pacífico. Sem cotas raciais, porém com muitas cotas geográficas! Essa é a verdadeira Justiça Social: um Reino por inteiro!!